Zelensky recebe plano de Trump para encerrar guerra com a Rússia

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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, recebeu nesta quinta-feira (20) um esboço de um novo plano apoiado pelos Estados Unidos para pôr fim à guerra com a Rússia e deve discutir os detalhes com o ex-presidente Donald Trump nos próximos dias, informou o escritório da presidência ucraniana.

Segundo duas fontes da Reuters, Washington indicou a Kiev que o país deveria aceitar o quadro proposto, que exigiria concessões territoriais e desarmamento parcial — medidas vistas por aliados europeus como equivalentes a uma rendição.

“Estamos prontos agora, assim como antes, para trabalhar de forma construtiva com o lado americano, assim como com nossos parceiros na Europa e ao redor do mundo, para que o resultado seja a paz”, disse o gabinete de Zelensky em nota publicada no Telegram. (Continua)




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As conversas com Trump devem abordar os “pontos-chave necessários para alcançar a paz”, acrescentou a presidência, destacando que Zelensky apresentou os princípios fundamentais importantes para o povo ucraniano e que as partes concordaram em trabalhar no plano de forma a garantir um fim justo para o conflito.

A diplomacia americana se intensifica em um momento delicado para Kiev. No campo de batalha, as tropas ucranianas enfrentam desvantagens, e o governo de Zelensky sofre com um escândalo de corrupção, que resultou na demissão de dois ministros pelo Parlamento na quarta-feira. Não há informações sobre o que poderia ser pedido à Rússia.




O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que “as consultas não estão em andamento no momento. Existem contatos, claro, mas não há um processo que possa ser chamado de consultas”.

Ele ressaltou que Moscou mantém sua posição apresentada pelo presidente Vladimir Putin em uma cúpula com Trump em agosto, reiterando que qualquer acordo de paz deve tratar das “causas fundamentais do conflito”. E mais: Felipe Massa recebe 1ª decisão de Londres sobre pedido de reconhecimento de título de 2008. Clique AQUI para ver. (Foto: divulgação; Fonte: CNN)

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