Tornozeleira de Bolsonaro apresentou falha de sinal; Saiba detalhes

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A tornozeleira eletrônica utilizada pelo ex-presidente Bolsonaro apresentou uma instabilidade de funcionamento momentos antes da partida entre Brasil e Haiti pela Copa do Mundo de Futebol, realizada em 19 de junho – seis dias antes do fim do prazo inicial para a prisão domiciliar e quatro dias depois da arma do ex-presidente ser localizada em uma blitz.

O episódio gerou um alerta automático na central de monitoramento, mas foi resolvido sem necessidade de substituição do equipamento.

De acordo com relatório semanal encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Central de Monitoração registrou uma perda de sinal às 18h57.

Após a detecção do problema, Bolsonaro recebeu orientação para permanecer em uma área externa de sua residência, em Brasília, até que o sistema voltasse a reconhecer o dispositivo.

Pouco depois, às 20h04, uma equipe do Centro Integrado de Monitoração Eletrônica (Cime) foi enviada ao local para avaliar a situação. Dois agentes realizaram a inspeção técnica e constataram que a estrutura da tornozeleira permanecia em condições normais de funcionamento.

Segundo o relatório, o equipamento apresentava os sinais esperados de operação, com luzes indicadoras funcionando corretamente. O ex-presidente também atendeu prontamente às orientações repassadas pela equipe técnica durante o atendimento.

Conforme relato dos agentes que atenderam à ocorrência, uma equipe presencial também foi enviada ao local, às 20h04, e constatou que a tornozeleira não foi violada.

“Na análise restou constatado: estrutura do dispositivo intacta, Led’s acesos e com sinalização em cadência normal. Solicitação de deslocamento para visada de satélites, prontamente atendida pelo monitorado”, diz o relatório da PMDF.

Após o restabelecimento da conexão, os profissionais recuperaram e enviaram à central todas as informações registradas durante o período de instabilidade. O documento aponta que não houve prejuízo ao monitoramento nem necessidade de troca do dispositivo eletrônico.

Na prisão domiciliar temporária, Bolsonaro está sob o monitoramento de tornozeleira eletrônica e só pode receber visitas com autorização do STF. Agentes da Polícia Militar realizam a segurança da casa para evitar fuga.

O ex-presidente também está proibido de usar celular e acessar redes sociais, inclusive por intermédio de terceiros, além de gravar vídeos para a internet. E mais: Alex Escobar toma decisão após mal-estar ao vivo na Globo. Clique AQUI para ver. (Foto: Ag. Senado; Fonte: Metrópoles; EBC)

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