O nome dos sonhos do PL para ser vice de Flávio Bolsonaro

direitaonline



Em meio às articulações que começam a redesenhar o tabuleiro da sucessão presidencial, partidos do campo conservador intensificam conversas, sondagens e avaliações estratégicas sobre alianças capazes de ampliar o alcance eleitoral de uma eventual chapa para 2026.

Movimentos recentes, disputas por filiações e o peso de grandes colégios eleitorais passaram a influenciar, nos bastidores, a escolha de nomes que podem ganhar protagonismo no cenário nacional.

O Partido Liberal (PL) passou a considerar o nome do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), como uma possível opção para ocupar a vaga de vice-presidente em uma eventual candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) ao Palácio do Planalto.

A avaliação surge em meio a uma reorganização da direita, intensificada pela tentativa do PSD de filiar o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, com o objetivo de estruturar uma candidatura própria à Presidência da República.

Em conversa com o portal Metrópoles, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, elogiou o chefe do Executivo mineiro, classificando-o como “muito bom”. Apesar disso, negou qualquer contato direto com Zema para tratar de uma composição eleitoral.

Segundo Valdemar, o partido segue analisando diferentes possibilidades para montar a chapa que considerar mais competitiva.

De acordo com informações publicadas anteriormente pelo colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, o tema do vice-presidenciável foi discutido pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em conversa com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O encontro ocorreu durante uma visita de Tarcísio à unidade prisional conhecida como “Papudinha”, onde Bolsonaro cumpre pena.

Na ocasião, além de Romeu Zema, também foram citados como possíveis nomes para a vaga a senadora Tereza Cristina (PP-MS) e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União).

No caso específico do governador mineiro, a análise interna aponta que ele poderia fortalecer a chapa caso aceitasse não encabeçar a disputa e demonstrasse, nas pesquisas, capacidade de mobilizar o eleitorado de Minas Gerais.

Com o segundo maior número de eleitores do país, Minas é historicamente vista como decisiva nas eleições presidenciais. Desde 1989, quando o Brasil voltou a eleger diretamente o presidente após a ditadura militar, o vencedor no estado costuma repetir o desempenho no resultado nacional.

Zema mantém índices elevados de aprovação em Minas, fator que alimenta o interesse do PL. Mesmo assim, o governador já afirmou publicamente que não pretende ocupar a posição de vice e que sua intenção é sustentar uma candidatura própria até o fim.

Conforme já noticiado, ele também definiu sua saída do governo mineiro para o dia 22 de março e planeja, a partir daí, percorrer diferentes regiões do país. (Foto: Ag. Senado; Fonte Metrópoles)

Ajude o Direita Online! Compartilhe!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Next Post

Moraes se estressa como novo HC para soltar Bolsonaro: “Vício insanável”

Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou na quarta-feira (28/1) um habeas corpus apresentado em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por envolvimento em uma suposta ‘trama golpista’. O pedido havia sido protocolado por Francisco Ricardo Alves Machado, que se […]