Moraes corrige nota sobre reunião com presidente do BC; Veja alteração

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A assessoria de Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), divulgou uma correção à nota publicada na manhã de terça-feira sobre encontros realizados com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e representantes de bancos para tratar da Lei Magnitsky.

Na atualização, Moraes informa que, devido à aplicação da lei, participou de reuniões com o Banco Central, Banco do Brasil e outras instituições financeiras.

Ele também destacou a “reunião conjunta com os presidentes da Confederação Nacional das Instituições Financeiras, da Febraban, do BTG e os vice-presidentes do Santander e Itaú”. A nota anterior havia informado que o representante do Bradesco estava presente em vez do vice-presidente do Santander. (continua)

Dinheiro esquecido nos bancos: na última atualização do ano, BC diz que 48,7 milhões de pessoas ainda têm valores a receber em bancos. Total é de mais de R$ 9 bilhões. Clique AQUI para ver.




(segue) O ministro frisou que “em todas as reuniões, foram tratados exclusivamente assuntos específicos sobre as graves consequências da aplicação da referida lei, em especial a possibilidade de manutenção de movimentação bancária, contas correntes, cartões de crédito e débito.”

Alexandre de Moraes afirmou ainda que os encontros com Gabriel Galípolo foram realizados exclusivamente para discutir os efeitos da Lei Magnitsky, sancionada pelo governo dos Estados Unidos contra ele.

A declaração ocorre após reportagem publicada pelo jornal O Globo, que indicava que Moraes teria defendido a aprovação da compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB), instituição pública vinculada ao governo do Distrito Federal, durante as reuniões com o presidente do BC.

Os encontros aconteceram antes da decisão do Banco Central, que, no mês passado, decretou a liquidação do Banco Master devido a suspeitas de fraude. (continua)

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A investigação levou à prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro, um dos sócios da instituição, que posteriormente obteve habeas corpus concedido pela Justiça Federal e responde às acusações em liberdade. O escritório Barci de Moraes, pertencente à família do ministro, prestou serviços ao Banco Master.

O Banco Central confirmou que os encontros tiveram como pauta os efeitos da Lei Magnitsky. No dia 12 deste mês, o governo dos EUA anunciou a retirada das sanções, que haviam sido aplicadas contra Moraes, sua esposa Viviane Barci de Moraes e a empresa Lex – Instituto de Estudos Jurídicos, ligada à família do ministro. As medidas haviam sido impostas pelo governo de Donald Trump. (Foto: SBT; Fonte: UOL)

 

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