Moraes manda Mauro Cid retirar tornozeleira

direitaonline




Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quarta-feira o início do cumprimento da sentença do tenente-coronel Mauro Cid na ação referente à trama golpista.

Com a decisão, Cid poderá retirar a tornozeleira eletrônica, mas seguirá cumprindo outras obrigações determinadas pela Justiça, como a proibição de deixar o país.

O militar foi condenado a dois anos de prisão em regime aberto, como parte do acordo de delação premiada, e foi o único entre os oito réus que não recorreu da decisão. Por esse motivo, o STF já havia determinado, na terça-feira, o fim do processo em relação a ele.

De acordo com Moraes, Cid deverá participar de uma audiência no STF na próxima segunda-feira, após a qual será retirada a tornozeleira eletrônica.

E veja também!
Argentina: veja detalhes da reforma trabalhista proposta por Milei

Poseidon: conheça a arma nuclear de Putin capaz de causar tsunami

PF faz operação contra hachers do Pix que roubaram R$ 800 mi

Apesar da liberação do monitoramento, o tenente-coronel seguirá sujeito às seguintes restrições:

Proibição de se ausentar da comarca e recolhimento domiciliar no período noturno (das 20h às 6h) e integralmente nos finais de semana;

Obrigação de comparecer semanalmente à Vara de Execuções Penais do Distrito Federal;

Proibição de deixar o país;

Proibição de portar armas;

Proibição de utilização de redes sociais.

A decisão marca uma etapa importante no cumprimento do acordo de delação de Cid, garantindo a flexibilização do monitoramento eletrônico, mas mantendo medidas destinadas a assegurar a fiscalização judicial sobre o militar. (Foto: reprodução vídeo; Fonte: InfoMoney)

Ajude o Direita Online! Compartilhe!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Next Post

Mais um país vai declarar PCC e CV como organizações terroristas

Um país da América do Sul anunciou nesta quinta-feira (30) que irá classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, além de ativar alerta máximo na fronteira com o Brasil. A decisão ocorre após a operação policial no Rio de Janeiro, que resultou […]