A região da Casa Branca entrou em alerta máximo na noite deste sábado (23), após disparos de arma de fogo serem registrados nas proximidades da sede da presidência dos Estados Unidos. O episódio provocou um lockdown imediato no complexo presidencial e mobilizou agentes do Serviço Secreto.
Segundo informações divulgadas por autoridades americanas, o suspeito teria iniciado um confronto armado em um posto de controle próximo ao local. Durante a ação, agentes do Serviço Secreto reagiram e balearam o homem, que mais tarde morreu em um hospital da região. Uma pistola que seria do suspeito foi recolhida pelos investigadores.
A movimentação causou tensão entre jornalistas que acompanhavam a rotina da Casa Branca no gramado norte do complexo. Após o início dos disparos, os profissionais da imprensa foram retirados rapidamente da área e levados para a sala de imprensa por questões de segurança.
Dentro do prédio, repórteres receberam ordens para se proteger enquanto agentes gritavam “abaixem-se” e alertavam sobre “tiros disparados”. Um dos jornalistas relatou que os sons pareciam ter vindo das proximidades do Edifício Executivo Eisenhower, que integra o complexo presidencial.
Após o incidente, agentes fortemente armados foram vistos circulando pelo gramado norte e restringindo o acesso à sala de imprensa. O Serviço Secreto informou que nenhum agente ficou ferido durante a ocorrência. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estava na residência oficial no momento da ação e não sofreu qualquer risco direto.
O diretor do Federal Bureau of Investigation, Kash Patel, afirmou que a agência também atua no local para auxiliar nas investigações e no suporte às equipes de segurança. Uma jornalista que gravava um conteúdo no gramado da Casa Branca contou que ouviu o início do tiroteio antes de ser retirada às pressas pela segurança do complexo.
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