Trump rejeita proposta de acordo de Maduro; saiba detalhes

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem dedicado os últimos dias a uma série de encontros em Washington para discutir os próximos passos da Casa Branca em relação ao destino de Nicolás Maduro.

Enquanto isso, representantes do governo americano e do regime venezuelano mantêm conversas reservadas, autorizadas diretamente por Trump.

Segundo o The New York Times, esses diálogos incluíram uma oferta de Maduro para deixar o poder após um período de transição de dois a três anos — proposta rejeitada por Washington.




Em troca da saída gradual, o líder venezuelano buscava garantias políticas e a ampliação do acesso de empresas dos EUA às vastas reservas de petróleo da Venezuela, estimadas em cerca de 300 bilhões de barris.

A movimentação diplomática ocorre paralelamente a uma escalada militar. Com o porta-aviões USS Gerald R. Ford deslocado para o Caribe, Trump deu sinal verde para novas medidas de pressão.

De acordo com o jornal americano, fontes do governo afirmam que o presidente permitiu que a CIA conduzisse operações secretas em território venezuelano para “preparar o terreno” para eventuais ações no futuro.




Entre os cenários analisados estão ataques cibernéticos, campanhas de desinformação e sabotagens pontuais — mas, até o momento, sem o envio direto de tropas terrestres.

Apesar da tensão crescente, interlocutores envolvidos nas tratativas sinalizam que ainda há espaço para um desfecho diplomático. Trump não teria decidido qual caminho seguir: selar um acordo que garanta participação ampliada de empresas americanas no petróleo venezuelano, apoiar uma renúncia negociada de Maduro ou até avançar para uma remoção forçada do ditador.




Desde setembro, os EUA reforçam sua presença militar na região por meio da chamada “Operação Lança do Sul”, considerada a maior mobilização no Caribe desde a Crise dos Mísseis de 1962.

A operação reúne o porta-aviões, embarcações de guerra e aproximadamente 15 mil militares posicionados a distância de ataque. Nesse período, as Forças Armadas americanas realizaram 21 ações contra barcos suspeitos de tráfico de drogas, que resultaram em mais de 80 mortes. E mais: Companhias aéreas brasileiras caem em ranking global de serviços; veja lista. Clique AQUI para ver. (Foto: reprodução vídeo; Fonte: O Globo)

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