Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL) foram eleitos neste domingo (4) para representar São Paulo no Senado Federal. Os dois conquistaram as vagas que estavam em disputa no estado e terão mandato de oito anos.
Em 2026, cada estado e o Distrito Federal escolheram dois senadores, em uma renovação de dois terços da composição do Senado. Os eleitos assumirão mandatos de oito anos.
A eleição paulista reuniu inicialmente 15 candidaturas registradas, entre elas Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB), Soninha Francine (Cidadania), Geraldo Rufino (Podemos), Dra. Eliana Ferreira (PSTU), Ednelson Cesaretti (PCO), Guto Schiavetto (Missão), Maíra de Souza (UP), Márcio Alves (UP), Petter Maahs (PCB), Weller Gonçalves (PSTU) e William Teixeira (Agir), além de Derrite e André do Prado. Ricardo Salles (Novo) retirou sua candidatura durante a campanha e declarou apoio à dupla.
André do Prado, de 57 anos, era deputado estadual e presidiu a Assembleia Legislativa de São Paulo. Ele recebeu o apoio do governador Tarcísio de Freitas e de integrantes do PL durante a disputa. Com sua eleição, o partido passa a contar com dois senadores pelo estado, ao lado de Marcos Pontes.
Derrite, por sua vez, disputou a vaga pelo Progressistas e integrou a chapa apoiada por Tarcísio. Antes da eleição, o então candidato havia manifestado preferência por Ricardo Salles, mas declarou que apoiaria André do Prado por fazer parte do mesmo grupo político do governador.
Em Santa Catarina, Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL) conquistaram as duas cadeiras em disputa, conforme o resultado informado no texto. A eleição coloca Carol de Toni na bancada catarinense ao lado de Jorge Seif (PL), cujo mandato segue até 2031. A chapa dos dois candidatos havia sido oficializada pelo PL durante a campanha eleitoral.
Carol de Toni, deputada federal pelo estado, chegou ao Senado após exercer mandato na Câmara desde 2019. Ela se tornou a segunda mulher eleita diretamente para representar Santa Catarina no Senado, 24 anos depois de Ideli Salvatti (PT), eleita em 2002.
Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, deixou sua trajetória política no Rio de Janeiro para disputar pela primeira vez uma eleição em Santa Catarina. O PL havia oficializado os dois como candidatos ao Senado no estado em agosto.
Em Goiás, Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União Brasil) aparecem como os nomes que conquistaram as duas vagas, de acordo com o balanço apresentado na apuração. O estado tinha 11 candidatos concorrendo ao Senado, entre eles Vanderlan Cardoso (PSD), Dr. Zacharias Calil (MDB), Gustavo Mendanha (PRD) e Oséias Varão (PL).

