O anúncio de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato à Presidência em substituição ao pai, Jair Bolsonaro, provocou reações entre outros pré-candidatos.
Desde sexta-feira (5), lideranças estaduais passaram a se posicionar — ou a adotar silêncio estratégico — diante do novo cenário eleitoral.
Em São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), até então apontado como possível nome para o Planalto, ainda não comentou a novidade. Nas redes sociais, o governador paulista ainda não disse nada até o momento desta reportagem. (continua)
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(segue) Já Ronaldo Caiado (União Brasil), que havia oficializado sua pré-candidatura, reafirmou que seguirá na disputa. O goiano declarou que respeita a escolha da família Bolsonaro, mas que continuará no projeto para 2026.
“Da minha parte, sigo pré-candidato a presidente e estou convicto de que no próximo ano vamos tirar o PT do poder e devolver o Brasil aos brasileiros”, disse.
Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, também manteve a posição de seguir na corrida presidencial. Ele lembrou que, ao se lançar candidato, ouviu do próprio Bolsonaro que candidaturas múltiplas no 1º turno fortaleceriam o campo da direita no 2º.
Nas redes sociais, escreveu: “Quando anunciei minha Pré-candidatura ao presidente Bolsonaro ele foi claro: múltiplas candidaturas no primeiro turno ajudam a somar forças no segundo. Então, faz todo sentido o Flávio apresentar seu nome à Presidência. É justo e democrático.” E seguiu: “Sigo trabalhando todos os dias para tirar o PT do Palácio do Planalto”.
Eduardo Leite (PSD), do Rio Grande do Sul, igualmente indicou que não pretende recuar. “Continuo defendendo a desradicalização da polarização existente. Sigo como oferta alternativa ao Brasil”, declarou durante o encontro.
Já entre os governadores que demonstraram alinhamento imediato ao movimento do PL, Jorginho Mello (PL-SC) foi um dos primeiros a celebrar a escolha da família Bolsonaro.
“O que o Brasil precisa agora é de união para evitar mais 4 anos de PT”, disse. Ele também elogiou Flávio, afirmando que “o senador é um grande brasileiro, homem equilibrado e capaz de unir a nossa direita como o seu pai foi capaz”.
Outros nomes ligados ao PL reforçaram o apoio durante as reuniões do Cosud. Cláudio Castro (PL-RJ) destacou que a escolha agrada ao partido no Rio. (continua)
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“Ele é do meu partido, meu amigo, senador pelo RJ e a gente fica feliz de o PL ter tomado um direcionamento”, afirmou. Castro, cotado para disputar a Presidência, admitiu a possibilidade de concorrer ao Senado.
Ratinho Junior (PSD-PR), também especulado como opção presidencial, evitou comentar a pré-candidatura de Flávio e não fez publicações sobre o tema. Ao Poder360, limitou-se a dizer que “a centro-direita tem bons quadros”, sem confirmar se pretende entrar oficialmente na disputa de 2026. (Foto: reprodução; Fonte: Poder360)

