O governo Maduro, por meio de Diosdado Cabello, ministro do ‘Interior, Justiça e Paz da Venezuela’, anunciou na segunda-feira (17) a mobilização de mais de 4,5 milhões de militantes chavistas para responder a uma eventual ofensiva militar dos Estados Unidos.
Segundo o g1, Cabello afirmou ter determinado que grupos indígenas ensinem o uso de flechas com curare — um veneno de origem vegetal, paralisante e potencialmente fatal — como parte de uma estratégia de “resistência ativa”.
Ele não citou diretamente o presidente norte-americano Donald Trump ou a presença militar dos EUA no Caribe, onde opera o porta-aviões USS Gerald Ford. (Continua)
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Nicolás Maduro reforçou o discurso ao convocar uma vigília contínua em seis regiões do leste do país, classificando a iniciativa como uma “perfeita fusão popular-militar-policial” destinada a enfrentar ameaças externas.
Em meio ao ato, ordenou o hasteamento de bandeiras, fez uma defesa da paz em inglês e chegou a cantar trechos de “Imagine”, de John Lennon.
O governo dos Estados Unidos — aliado dos opositores venezuelanos — já admite avaliar cenários que vão desde ataques pontuais a alvos estratégicos até a substituição do regime.
Apesar disso, uma invasão terrestre é considerada a opção menos provável. A cúpula chavista, no entanto, tem utilizado a possibilidade de um ataque como ferramenta de mobilização, reforçando a narrativa de ‘resistência’.
Nessas manifestações, voltou a aparecer o “Super Bigode”, personagem criado como uma versão heroica de Maduro para propaganda interna. E mais: Urgente: Incêndio grave atinge instalações da COP30. Clique AQUI para ver. (Foto: reprodução; Fonte: Poder360; G1)

