Cruzeiro de 66 dias conecta Japão e Argentina com 26 destinos e 14 ilhas

direitaonline




A Costa Cruzeiros vai realizar um itinerário de 66 dias, saindo de Tóquio (Japão) e chegando a Buenos Aires (Argentina). A bordo do Costa Serena, os passageiros visitarão 14 países, 26 destinos e 14 ilhas entre 18 de outubro e 22 de dezembro de 2026, navegando por Ásia, Oceania e América do Sul.

A jornada começará na capital japonesa, com passeios pela Torre de Tóquio e mercados tradicionais. O roteiro seguirá para Keelung, em Taiwan, e Hong Kong, antes de visitar as Filipinas e Bali, na Indonésia, onde os viajantes poderão aproveitar as praias locais.

Na Austrália, o navio fará paradas em Sidney, Brisbane e Cairns, ponto de acesso à Grande Barreira de Coral. O trecho de Tóquio à Austrália terá duração de 26 dias.

O cruzeiro cruzará o Pacífico, com escalas em Noumea e Lifou (Nova Caledônia), Suva (Fiji), Tonga, Rarotonga e Taiti (Polinésia Francesa), chegando a San Antonio (Chile). A rota também incluirá as Ilhas Pitcairn, território britânico formado por ilhas vulcânicas no Pacífico. Essa parte da viagem terá 27 dias de duração.

Na América do Sul, o itinerário terá 15 dias, passando por Santiago, Valparaíso e Viña del Mar (Chile) e por destinos argentinos como a Patagônia e Ushuaia, a cidade mais ao sul do planeta, na província da Terra do Fogo. Em Puerto Madryn, os passageiros poderão observar baleias e pinguins.

O pacote tem valor a partir de 7.879 euros por pessoa, e uma das 557 cabines pode ser reservada diretamente pelo site da Costa Cruzeiros. O navio oferece spa, oito piscinas, oito restaurantes e 10 bares. (Foto: divulgação; Fonte: CNN)

Ajude o Direita Online! Compartilhe!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Next Post

8 de Janeiro: 1.190 pessoas já foram responsabilizadas pelo STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) já responsabilizou, até 12 de agosto de 2025, 1.190 pessoas pelos atos do ‘8 de janeiro’ de 2023. Ao todo, 638 pessoas foram julgadas e condenadas e outras 552 admitiram a prática de ‘crimes menos graves’ e fizeram acordo com o Ministério Público Federal (MPF). […]