Uma mulher que estava desaparecida há quase 24 anos foi localizada viva na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. O caso de Michele Hundley Smith, que desapareceu em dezembro de 2001 após sair para fazer compras de Natal, ganhou desdobramentos recentes após investigadores receberem novas informações em fevereiro.
Smith tinha 38 anos na época do desaparecimento e deixou três filhos com 19, 14 e 7 anos. O sumiço mobilizou autoridades locais e familiares por anos, sem pistas concretas sobre seu paradeiro. O caso chegou a ser acompanhado por diferentes agências, incluindo o FBI.
De acordo com o Gabinete do Xerife do Condado de Rockingham, a localização de Smith foi confirmada na última sexta-feira, depois que investigadores receberam novas informações no dia 19 de fevereiro e entraram em contato com ela no dia seguinte.
Apesar do desfecho positivo, a mulher pediu que sua localização não fosse divulgada publicamente.
Para a família, a notícia trouxe sentimentos contraditórios. A prima, Barbara Byrd, disse à emissora WFMYNews 2 que durante anos os parentes não sabiam se estavam de luto ou apenas aguardando algum sinal: “Dá vontade de sair gritando que ela está viva.”
Nas redes sociais, Amanda, filha de Smith, publicou um desabafo expressando alegria, raiva e tristeza, além da incerteza sobre uma possível reaproximação. Ela ressaltou lembrar do carinho e dos momentos felizes vividos com a mãe, apesar da dor causada pela ausência.
O desaparecimento de Smith deixou marca profunda na família. Publicações antigas de Amanda mostravam que ela nem sabia se a mãe ainda estava viva, e o vazio afetou especialmente os irmãos.
Uma página no Facebook, chamada Bring Michele Hundley Smith Home, havia sido criada para auxiliar nas buscas, reunindo informações sobre o caso. Na época, Smith dirigia uma van Pontiac Trans Sport verde-escura de 1995, que nunca foi localizada.
Agora, os administradores da página planejam reutilizá-la para divulgar outros casos de pessoas desaparecidas. E mais: Valor da conta de luz deve disparar em 2026. Clique AQUI para ver. (Foto: reprodução; Fonte: O Globo)

