Mais de uma década depois do grave acidente de esqui que transformou sua vida, Michael Schumacher continua no centro da atenção mundial.
Desde dezembro de 2013, o heptacampeão da Fórmula 1 permanece afastado da vida pública, sob cuidados constantes e com informações sobre seu estado de saúde divulgadas de forma extremamente limitada pela família.
De acordo com pessoas próximas, o quadro clínico do ex-piloto é considerado complexo e apresenta avanços lentos, com pequenas melhoras funcionais ao longo do tempo.
Uma reportagem publicada no último domingo (25) pelo jornal britânico Daily Star aponta que Schumacher já não estaria completamente acamado e nem restrito ao leito. Segundo o veículo, ele consegue permanecer sentado com auxílio e realiza deslocamentos internos em cadeira de rodas, conduzido por enfermeiros.
Apesar dessas possíveis evoluções, não há indícios de recuperação da capacidade de andar, e seguem indefinidas informações mais detalhadas sobre o nível de consciência ou de comunicação do alemão.
Fontes citadas pela reportagem indicam que Schumacher pode ter alguma compreensão parcial do ambiente ao seu redor, mas a família mantém absoluto sigilo e evita a divulgação de laudos médicos.
Atualmente, Schumacher divide sua rotina entre a residência em Gland, na Suíça, às margens do Lago Genebra, e uma mansão em Las Brisas, na ilha de Maiorca, na Espanha. As duas propriedades passaram por adaptações estruturais para funcionar como unidades de cuidados intensivos domiciliares, oferecendo suporte médico contínuo e adequado às suas limitações físicas.
Os imóveis contam com equipamentos específicos e uma equipe multidisciplinar permanente, formada por médicos, cuidadores e terapeutas, responsável por garantir conforto e segurança ao ex-piloto.
Desde que deixou o hospital, Schumacher vive em total reclusão, decisão tomada pela família, que também orienta pessoas do círculo social a não repassarem informações sobre sua condição de saúde.
Ainda segundo o Daily Star, o tratamento exige custos elevados. Para manter a estrutura de cuidados, a família teria vendido bens ao longo dos anos, incluindo uma casa de férias na Noruega, um jatinho e um chalé. Em 2024, foi divulgado que as despesas anuais com o tratamento chegariam a cerca de R$ 38 milhões.
Há cerca de um ano, o ex-chefe da Ferrari Jean Todt falou brevemente sobre Schumacher em entrevista ao jornal inglês Express. Sem entrar em detalhes sobre o estado de saúde, ele destacou o vínculo pessoal que mantém com o ex-piloto:
“A família decidiu não responder à pergunta (sobre a saúde de Schumacher), uma escolha que respeito. Vejo-o regularmente e com carinho, ele e sua família. Nosso vínculo vai além do trabalho do passado. Faz parte da minha vida, que hoje está muito distante da Fórmula 1.”. E mais: Governo Lula ‘sente o golpe’ e pensa em reação à caminhada histórica de Nikolas. Clique AQUI para ver. (Foto: reprodução; Fontes: Antagonista; Extra)

