Mauro Cid retira tornozeleira eletrônica após audiência no STF

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O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, retirou a tornozeleira eletrônica durante audiência no Supremo Tribunal Federal (STF) na tarde desta segunda-feira.

O dispositivo era uma das medidas impostas desde o acordo de colaboração premiada firmado com a Polícia Federal, em 2023.

Cid chegou ao STF por volta das 14h, horário marcado para a audiência, entrando e saindo pela garagem, sem contato com a imprensa que aguardava na entrada principal.

A reunião durou cerca de 30 minutos. Como não apresentou recurso contra sua condenação por suposta ‘tentativa de golpe de Estado’, Alexandre de Moraes determinou o agendamento da audiência.

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) firmou, pela primeira vez, um acordo para devolução de valores cobrados indevidamente em operações de empréstimo consignado. O termo de compromisso, assinado com o Banco BMG, garante a restituição de aproximadamente R$ 7 milhões. Saiba mais!

O Banco Central (BC) informou nque ainda existem R$ 10,56 bilhões de dinheiro esquecido nas instituições financeiras. O sistema do BC permite que pessoas físicas — inclusive falecidas — e empresas consultem se deixaram dinheiro em bancos, consórcios ou outras instituições. Saiba detalhes!

Com a retirada do equipamento, Cid se torna o primeiro condenado no caso do 8 de Janeiro a ficar livre das restrições.

Sua defesa já havia solicitado a medida, argumentando que o ex-ajudante havia cumprido dois anos de pena em regime aberto. Moraes, entretanto, havia decidido que a decisão sobre a tornozeleira só poderia ocorrer após o encerramento definitivo do processo.

Na audiência, o STF deve formalizar o cálculo do tempo das medidas restritivas impostas durante o acordo, mas ainda não confirmou se a pena foi integralmente cumprida.




A defesa pediu que também sejam contabilizados os finais de semana e o recolhimento noturno de Cid, o que será avaliado por Moraes.

Único a firmar delação formal entre os investigados, Mauro Cid forneceu informações que levaram à prisão preventiva do general da reserva e ex-ministro Braga Netto e embasaram a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra Jair Bolsonaro e sete aliados. Desde o acordo, Cid cumpria medidas cautelares em casa, como o uso da tornozeleira e o recolhimento noturno. (Foto: reprodução; Fonte: UOL)

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