Companhias aéreas suspendem funcionários por postagens sobre morte de Charlie Kirk

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O mundo corporativo americano tem intensificado o controle sobre o comportamento de seus trabalhadores nas redes sociais, especialmente quando publicações envolvem violência política.

Nos últimos dias, companhias aéreas dos Estados Unidos anunciaram medidas disciplinares contra funcionários que se manifestaram de forma considerada inadequada após o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk, ocorrido na semana passada.

Na Delta Air Lines, o CEO Ed Bastian encaminhou um memorando interno em que reconheceu ter sido informado sobre postagens feitas por empregados da empresa.

“Fomos informados sobre funcionários da Delta cujo conteúdo em redes sociais, relacionado ao recente assassinato do ativista Charlie Kirk, foi muito além de um debate saudável e respeitoso”, declarou.

Segundo o executivo, “essas postagens em redes sociais contrastam fortemente com nossos valores e nossa política de mídia social, e esses funcionários foram suspensos enquanto aguardam uma investigação”.

A American Airlines também confirmou afastamentos imediatos. Em nota, a companhia afirmou que alguns empregados que publicaram mensagens “promovendo tal violência nas redes sociais foram imediatamente afastados do serviço”.

A pressão para a adoção dessas medidas partiu do governo Trump, que exigiu a demissão de trabalhadores que celebraram a morte de Kirk.

O secretário de Transportes, Sean Duffy, foi categórico: “Esse comportamento é repugnante e eles deveriam ser demitidos. Qualquer empresa responsável pela segurança do público viajante não pode tolerar esse comportamento”, publicou no último sábado (13).

Já a United Airlines optou por reforçar suas regras internas. A empresa enviou um memorando aos pilotos, lembrando sobre a política de conduta digital, e confirmou à CNN no domingo (14) que suspendeu funcionários nos últimos dias.

Em comunicado, declarou: “Deixamos claro com nossos clientes e funcionários que há tolerância zero para violência com motivação política ou qualquer tentativa de justificá-la”. (Foto: reprodução vídeo; Fonte: CNN)

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