Um levantamento elaborado pelo Comitê Judiciário da Câmara dos Estados Unidos aponta que o que chama de “regime de censura brasileiro” teria atuado para limitar a circulação de conteúdos favoráveis ao ex-presidente Donald Trump em plataformas digitais.
Segundo o relatório, decisões de magistrados do Supremo Tribunal Federal, incluindo o ministro Alexandre de Moraes, podem ter sido utilizadas de forma arbitrária para influenciar publicações na internet.
Uma das denúncias presentes no documento sugere que autoridades brasileiras teriam solicitado a empresas de tecnologia, como a plataforma X, a exclusão de postagens que exaltavam Trump e criticavam Joe Biden.
“O regime de censura brasileiro chegou a enviar solicitações a plataformas como o X para remover publicações que elogiam o presidente Donald Trump e criticam o ex-presidente Joe Biden e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), liderada por Biden”, afirma o relatório do Comitê, atualmente sob liderança do Partido Republicano.
O texto menciona ainda a USAID, que funcionava como órgão do governo norte-americano responsável por programas de assistência internacional.
A agência foi dissolvida em 1º de julho de 2025, durante o governo Trump, e suas atribuições foram transferidas para o Departamento de Estado dos EUA.
Publicado na última quarta-feira (1/4), o documento tem como finalidade fornecer subsídios para debates no Congresso norte-americano e orientar possíveis ações legislativas ou diplomáticas sobre a atuação de governos estrangeiros em temas relacionados à liberdade de expressão e à regulação de plataformas digitais. E mais: Flávio Bolsonaro tem um recado. Clique AQUI para ver. (Foto: reprodução; Fonte: Metrópoles)

