O primeiro dia de Flávio em BH para homenagem

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deu início, nesta segunda-feira (1º), à sua agenda de pré-campanha em Minas Gerais com uma visita ao Mercado Central de Belo Horizonte. O parlamentar buscou estreitar laços com o eleitorado mineiro em compromissos que antecedem a corrida eleitoral de outubro. Nesta terça (2), ele é homenageado na Câmara de Vereadores de BH.

Durante a passagem pelo tradicional centro comercial da capital mineira, Flávio apostou em referências à cultura local. Vestindo uma camisa estampada com a frase “Cê é fi de quem?”, popularizada pelo influenciador mineiro Gustavo Tubarão, o senador percorreu corredores do mercado e visitou estabelecimentos conhecidos pelos frequentadores.

Uma das paradas foi no Comercial Sabiá, onde consumiu itens típicos da culinária mineira, como pão de queijo, broa e café. Ao longo do trajeto, cumprimentou comerciantes, tirou fotos com apoiadores e conversou com visitantes. A agenda durou cerca de 40 minutos e contou com a presença de lideranças do PL em Minas Gerais.

Entre os nomes que acompanharam a visita estavam os deputados federais Nikolas Ferreira e Domingos Sávio, este último apontado como possível candidato ao Senado. Também participou do evento o empresário Flávio Roscoe, presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), citado nos bastidores como potencial integrante de uma chapa do partido ao governo estadual.

A grande movimentação de pessoas no Mercado Central provocou momentos de tumulto durante a caminhada do senador. Em alguns trechos do percurso houve empurra-empurra e dificuldade de circulação nos corredores.

Mais tarde, em evento voltado ao agronegócio realizado no Parque de Exposições da Gameleira, onde ocorre a Megaleite nesta semana, Flávio Bolsonaro apresentou propostas relacionadas à redução de despesas do governo federal. Questionado sobre medidas para equilibrar as contas públicas, afirmou que uma de suas primeiras iniciativas seria diminuir o número de ministérios.

“Tem diversas formas de a gente enxugar as nossas despesas. Hoje, o Brasil tem 39 ministérios. Se o presidente da República fizer uma reunião com todos os seus ministros, não vai saber o nome de todos, muito menos quais são as políticas públicas que estão sendo entregues para a população. Então, o primeiro passo, para dar o exemplo, é reduzir o número de ministérios”, disse.

Durante o encontro com produtores rurais, o senador também associou as dificuldades enfrentadas pelo setor agropecuário ao cenário de juros elevados. Segundo ele, a redução das taxas dependeria de um maior controle dos gastos públicos.

“Como a gente consegue unir forças e fazer com que o juro caia? Com o governo gastando apenas o que arrecada, o que não acontece hoje. É isso que baixa os juros”, afirmou. E mais: Urgente: PF deflagra “Operação Benaia”, em Santa Catarina. Clique AQUI para ver. (Foto: reprodução; Fonte: O Tempo)

 

 

 

 

 

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