Durante a sabatina de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que se coloca como pré-candidato à Presidência, adotou um tom crítico ao abordar temas sensíveis ligados ao governo Lula e ao Judiciário.
O parlamentar aproveitou o espaço para fazer questionamentos diretos ao indicado de Lula ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Em sua fala, Flávio associou gestões do presidente a casos de corrupção que ganharam repercussão nacional ao longo dos anos. Ao mencionar investigações e escândalos, o senador afirmou:
“Coincidência, sempre ele [Lula], o presidente da República, nos maiores escândalos de corrupção desse país. Foi assim no [escândalo do] Mensalão em 2003, Petrolão, agora Banco Master, roubo dos aposentados do INSS”.
O parlamentar também cobrou explicações de Messias sobre sua atuação enquanto ocupava o cargo de advogado-geral da União, especialmente no caso envolvendo fraudes no INSS. Flávio questionou a ausência de determinadas entidades na lista de responsabilização por devolução de recursos desviados. “Por que o senhor não quis bloquear as contas dessas entidades também?”, indagou.
Outro ponto levantado pelo senador foi o julgamento dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Ele reiterou críticas comuns entre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, classificando o processo como “farsa” e afirmando que houve condenação de “inocentes”. Em seguida, dirigiu nova pergunta ao sabatinado: “O senhor acha que essas pessoas são, de fato, uma ameaça à democracia?”.
Além disso, Flávio voltou a direcionar críticas a Alexandre de Moraes, do STF. Sem apresentar provas, o senador sugeriu que o magistrado teria atuado na formulação de um projeto sobre anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, alterando seu conteúdo original. “Fica outra pergunta aqui, se o senhor concorda que o ministro do STF possa interferir assim em outro Poder”, declarou.
A sabatina de Jorge Messias segue como etapa fundamental no processo de indicação ao Supremo, em meio a um cenário político marcado por disputas e questionamentos entre diferentes grupos. (Foto: Ag. Senado; Fonte: UOL)
🚨AGORA – Senador Flávio Bolsonaro enquadra Jorge Messias e questiona por que ele deixou sindicato do irmão de Lula fora de investigação
“O senhor deixou de fora algumas dessas associações! Por exemplo, SINDINAP, que tinha como presidente o Frei Chico, irmão de Lula” pic.twitter.com/qC0fIBrpeD
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) April 29, 2026


Lamentável esse cara entrar no STF, é um falso cristão.