A Guarda Revolucionária do Irã anunciou neste domingo (1) que lançou um ataque contra o porta-aviões americano USS Abraham Lincoln, no Golfo Pérsico. A ofensiva foi motivada pela morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, em ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel.
Em comunicado, o grupo declarou que “o porta-aviões americano Abraham Lincoln foi atingido por quatro mísseis balísticos” e acrescentou que “a terra e o mar se tornarão cada vez mais o cemitério dos agressores terroristas”.
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, classificou a ação de retaliação como um “direito e dever legítimo” e afirmou que Khamenei foi morto “pelas mãos dos vilões mais perversos do mundo”, chamando o episódio de uma “declaração de guerra contra os muçulmanos”.
O ataque iraniano resultou nas primeiras baixas confirmadas de militares americanos. O Pentágono informou que três soldados morreram e outros cinco ficaram gravemente feridos. Além disso, houve ferimentos leves por estilhaços e concussões, mas esses militares já estão retornando às atividades.
Segundo o Irã, dois petroleiros foram atingidos no Estreito de Hormuz, enquanto os Estados Unidos afirmam ter afundado um navio iraniano. Apesar de o Irã alegar que quatro mísseis atingiram o porta-aviões, as forças americanas garantem que os projéteis “não chegaram nem perto” da embarcação.
O confronto começou na madrugada de sábado, quando ataques de Israel e dos EUA mataram Khamenei. O governo americano, representado pelo presidente Donald Trump, afirmou que a operação tinha como objetivo neutralizar supostas ameaças nucleares e prometeu usar “uma força nunca vista” caso o Irã faça novos ataques.
O episódio deixou o país iraniano com 201 mortos e 747 feridos, segundo a mídia local. Israel, por sua vez, afirmou que as ações faziam parte da “Operação Fúria Épica” para eliminar ameaças estratégicas.
Com o ataque ao USS Abraham Lincoln e as ofensivas em bases americanas e israelenses, a tensão na região aumenta a cada hora. O Irã busca mostrar força e retaliar a morte de seu líder, enquanto os EUA reforçam a presença militar no Golfo Pérsico, mantendo vigilância sobre a frota de porta-aviões e outros pontos estratégicos.
O cenário permanece delicado, e analistas alertam para o risco de novos confrontos em solo e no mar, tornando o Oriente Médio um foco global de atenção nos próximos dias. E mais: Havan inaugura 3ª loja em Maringá com espaço para o ‘Zé do Pastel’. Clique AQUI para ver. (Foto: divulgação; Fonte: Metrópoles)

