Luiz Inácio Lula da Silva pretende mobilizar uma manifestação de “solidariedade regional” à Venezuela em reação às recentes movimentações militares dos Estados Unidos no Caribe.
Para isso, o petista alterou sua agenda e confirmou presença, nesta sexta-feira, na Colômbia, onde ocorrerá a cúpula entre países da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e a União Europeia, segundo reportagem de O Globo.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que Lula deverá expressar “preocupação com as manobras militares na região”. Segundo o chanceler, a iniciativa é um gesto de união latino-americana.
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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) firmou, pela primeira vez, um acordo para devolução de valores cobrados indevidamente em operações de empréstimo consignado. O termo de compromisso, assinado com o Banco BMG, garante a restituição de aproximadamente R$ 7 milhões. Saiba mais!
O Banco Central (BC) informou que ainda existem R$ 10,56 bilhões de dinheiro esquecido nas instituições financeiras. O sistema do BC permite que pessoas físicas — inclusive falecidas — e empresas consultem se deixaram dinheiro em bancos, consórcios ou outras instituições. Saiba detalhes!
“É uma solidariedade regional à Venezuela, tendo em vista que o presidente tem dito repetidamente que a América Latina e, sobretudo, a América do Sul, é uma região de paz e cooperação” — declarou.
Vieira também ressaltou que a manifestação de Lula não afetará “de forma alguma” as tratativas comerciais com Washington. “Os contatos com os Estados Unidos dizem respeito sobretudo a questões comerciais e bilaterais”, acrescentou.
O chefe do Executivo está em Belém, onde participa de reuniões bilaterais com líderes que comparecem à COP30. Pela manhã, encontrou-se com os presidentes da Finlândia, do Congo e de Comores. À tarde, está prevista uma reunião com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
Enquanto isso, os Estados Unidos reforçaram sua presença militar no Caribe, enviando navios de guerra e caças para Porto Rico, sob o argumento de combater o tráfico de drogas.
De acordo com o New York Times, durante o governo Donald Trump foram estudadas diferentes estratégias militares contra a Venezuela — entre elas, ataques diretos a unidades que protegem o presidente Nicolás Maduro e planos para assumir o controle dos campos de petróleo do país.
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Fontes ouvidas pelo jornal afirmam que Trump hesitou em aprovar ações que pudessem expor tropas americanas a riscos ou resultar em fracasso político. Apesar disso, parte de seus assessores defendia medidas mais radicais, incluindo a retirada de Maduro do poder. (Foto: Palácio do Planalto; Fonte: O Globo)

