Técnico da Noruega: ‘Brasil não é tão favorito como anos atrás’

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O técnico da Noruega, Ståle Solbakken, avaliou que o Brasil ainda entra como favorito no duelo das oitavas de final da Copa do Mundo, marcado para este domingo (5), às 17h, em Nova Jersey. No entanto, segundo ele, a diferença entre as equipes já não é tão grande quanto em ciclos anteriores.

Durante entrevista coletiva na véspera da partida, o treinador afirmou que seria uma surpresa se o vencedor não fosse a equipe brasileira, mas destacou a evolução dos noruegueses e o equilíbrio crescente entre as seleções.

“O Brasil é favorito ainda, mas eu também já disse que não acho que eles são os grandes favoritos como foram anos atrás”, afirmou. “Nosso estilo de jogo pode nos ajudar, mas ainda precisaremos estar 100% para ter chance, caso contrário, não teremos essa chance”, completou.

Solbakken também foi questionado sobre declarações anteriores que repercutiram nas redes sociais após a vitória sobre a Costa do Marfim, quando mencionou o nome de Carlo Ancelotti. O técnico explicou que a intenção era apenas elogiar o profissional italiano e sua trajetória vitoriosa.

“Eu já disse várias vezes. Eu só queria elogiar o trabalho do Ancelotti, é um dos maiores, talvez o maior técnico da atualidade, tendo ganhado tantas vezes a Champions League. A forma como ele trata os adversários, a forma que ele se comporta no mundo do futebol é um exemplo para todo mundo, incluindo nós. Ele é referência, isso é excelente para o futebol que ele tenha assumido uma seleção nacional e é uma honra para nós enfrentar o Brasil”.

Em outro momento da coletiva, Solbakken respondeu de forma inusitada a uma pergunta sobre como atrair fãs de rodeio para acompanhar o confronto entre Vini Jr. e Erling Haaland. Ele fez uma comparação entre os estilos dos atletas ao comentar sobre o interesse do público.

“Se você está interessado em esporte, dá para ver que um deles é uma máquina, nível de aceleração absurdo e excelente condição física e outro é uma bailarina que sabe dançar com a bola”, disse.

Apesar da insistência em torno do duelo individual entre os dois atacantes, o treinador evitou reforçar essa narrativa e destacou que o resultado da partida dependerá do desempenho coletivo das seleções. Ele ainda elogiou a dupla de zaga brasileira formada por Marquinhos e Gonçalo Inácio, classificando o setor defensivo como um dos mais fortes do torneio. E mais: Girão lança pré-candidatura ao governo do Ceará em evento com Zema. Clique AQUI para ver. (Foto: reprodução vídeo; Fonte: UOL)

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