São Francisco processa Coca-Cola, Nestlé e outras gigantes por ‘crise de saúde’

direitaonline




A cidade de São Francisco entrou com uma ação judicial contra alguns dos maiores fabricantes de alimentos dos Estados Unidos, alegando que a ampla oferta e o marketing agressivo de alimentos ultraprocessados contribuíram para uma crise de saúde pública.

O processo, apresentado na última semana, aponta empresas como Coca-Cola, Nestlé e outras gigantes do setor como responsáveis por produtos associados a doenças graves.

O procurador municipal David Chiu citou dez empresas, englobando marcas por trás de itens populares como Oreo, Sour Patch Kids, Kit Kat, Cheerios e Lunchables. Segundo ele, há relação direta entre o consumo massivo desses produtos e o aumento de casos de diabetes tipo 2, doença hepática gordurosa e câncer. (continua)

Uber para empresas: uma plataforma que permite que empresas gerenciem viagens, refeições e entregas para funcionários e clientes. Saiba como funciona!




(segue) “Eles pegaram os alimentos e os tornaram irreconhecíveis e prejudiciais ao corpo humano”, afirmou Chiu em comunicado. “Essas empresas criaram uma crise de saúde pública, lucraram muito e agora precisam assumir a responsabilidade pelos danos que causaram.”

Além de Coca-Cola e Nestlé, aparecem no processo PepsiCo, Kraft Heinz, Post Holdings, Mondelez International, General Mills, Kellogg, Mars Incorporated e ConAgra Brands. (continua)

Veja também!
Filme de Bolsonaro ganha primeiro trailer; Assista

Renovação grátis da CNH para ‘bom condutor’ pode ser anunciada

(segue) A ação cita ainda o movimento legislativo da Califórnia. Em outubro, o governador Gavin Newsom sancionou uma lei considerada inédita no país, que prevê eliminar gradualmente determinados ultraprocessados das refeições escolares ao longo da próxima década.




Os advogados de São Francisco afirmam que, ao fabricar e promover esses produtos, as empresas violam tanto a Lei de Concorrência Desleal da Califórnia quanto normas que tratam de perturbação da ordem pública.

A ação pede uma decisão judicial que impeça práticas de marketing enganoso, imponha limites à publicidade direcionada a crianças e obrigue as companhias a financiar campanhas de educação sobre riscos à saúde.

O processo também solicita sanções financeiras destinadas a ajudar governos locais a custear os impactos médicos atribuídos ao consumo contínuo de alimentos ultraprocessados. (Foto: PixaBay; Fonte: Fast Company Brasil)

Ajude o Direita Online! Compartilhe!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Next Post

A polêmica manifestação de Malafaia após a indicação de Flávio Bolsonaro

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, publicou na noite desta sexta-feira (5/12) uma mensagem polêmica nas redes sociais, após repercussão do anúncio da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-SP) à Presidência da República. Em tom crítico, Malafaia escreveu no X (antigo Twitter): “O amadorismo da […]