Um dia após o governo americano impor sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), os Estados Unidos elevaram o tom das críticas.
Nesta quinta-feira (31), um porta-voz do Departamento de Estado classificou Moraes como “juiz ativista” e reafirmou que as medidas adotadas contra ele estão relacionadas a violações de direitos fundamentais e restrições à liberdade de expressão.
Durante entrevista coletiva, o representante americano afirmou que “houve censura contra empresas e cidadãos dos Estados Unidos, o que é inaceitável”. Segundo ele, a decisão do governo Trump tem como base a chamada Lei Magnitsky Global, que autoriza sanções contra pessoas acusadas de corrupção ou graves violações de direitos humanos ao redor do mundo.
Porta-voz dos EUA chama Moraes de “juiz ativista” um dia após sanções contra o ministro.
Representante do Departamento do Estado reforçou nesta quinta-feira (31/7) que um dos motivos da retaliação contra o ministro envolve ações que “censuraram” empresas e cidadãos americanos.… pic.twitter.com/l9VW3nHOfF
— Metrópoles (@Metropoles) July 31, 2025
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