Um encontro realizado no início da semana passada voltou a ganhar destaque na imprensa e levou a questionamentos de autoridades do Supremo Tribunal Federal.
A movimentação envolveu o ex-presidente Bolsonaro (PL) e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), com imagens que chamaram a atenção de observadores e geraram necessidade de esclarecimentos formais.
Conforme a defesa de Bolsonaro, a visita do parlamentar ocorreu na área externa da residência, espaço sujeito a monitoramento da Polícia Penal e autorizado pelo STF. Os advogados apresentaram os esclarecimentos nesta quinta-feira (27/11). (continua)
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(segue) “Assim, tratou-se, inequivocamente, de encontro realizado às claras, tanto que foi possível sua gravação veiculada no Jornal Nacional, onde se constata que o peticionário cumpria à exatidão a determinação de vossa excelência, sem uso ou mesmo contato visual com o aparelho celular do deputado federal”, explicaram os defensores do ex-presidente.
A equipe jurídica reforçou que Bolsonaro não tocou, manuseou, pediu nem fez contato visual com o celular de Nikolas Ferreira.
Ainda segundo a defesa, durante o período em que cumpriu prisão domiciliar, o ex-presidente sempre respeitou as medidas impostas e nunca utilizou aparelhos celulares.
O encontro ocorreu em 21 de novembro, um dia antes da decretação da prisão preventiva de Bolsonaro, após a Polícia Federal apontar risco de fuga e constatar violação da tornozeleira eletrônica que ele utilizava desde julho.
Atualmente, Bolsonaro cumpre a execução da pena de 27 anos de prisão em regime fechado na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde permanece sob vigilância contínua. E mais: Mansão de Silvio Santos é finalmente vendida; Saiba por quanto e veja fotos. (Foto: STF; Fonte: Metrópoles)

