O governo dos Estados Unidos enviou, nesta terça-feira (4/11), uma carta ao secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor dos Santos, colocando-se “à disposição para qualquer apoio necessário” no combate ao tráfico de drogas.
O comunicado, assinado por James Sparks, chefe da Drug Enforcement Administration (DEA) — agência americana de repressão às drogas —, foi redigido em Washington e expressa solidariedade às forças de segurança do estado.
Na mensagem, o governo Donald Trump lamenta a morte dos quatro policiais que “tombaram no cumprimento do dever” durante a Operação Contenção, deflagrada contra o Comando Vermelho nos complexos da Penha e do Alemão.
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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) firmou, pela primeira vez, um acordo para devolução de valores cobrados indevidamente em operações de empréstimo consignado. O termo de compromisso, assinado com o Banco BMG, garante a restituição de aproximadamente R$ 7 milhões. Saiba mais!
O Banco Central (BC) informou que ainda existem R$ 10,56 bilhões de dinheiro esquecido nas instituições financeiras. O sistema do BC permite que pessoas físicas — inclusive falecidas — e empresas consultem se deixaram dinheiro em bancos, consórcios ou outras instituições. Saiba detalhes!
“É com profundo pesar que expressamos nossas mais sinceras condolências pela trágica perda dos quatro policiais que tombaram no cumprimento do dever, durante a recente Operação Contenção no Complexo do Alemão.
Sabemos que a missão de proteger a sociedade exige coragem, dedicação e sacrifício, e reconhecemos o valor e a honra desses profissionais que deram suas vidas em defesa da segurança pública.
Neste momento de luto, reiteramos nosso respeito e admiração pelo trabalho incansável das forças de segurança do estado e nos colocamos à disposição para qualquer apoio que se faça necessário. Receba, senhor secretário, nossos votos de força e consolo diante dessa irreparável perda”, diz o documento assinado por Sparks.
A administração de Cláudio Castro havia encaminhado um pedido formal ao governo Trump para que o Comando Vermelho fosse reconhecido pela Casa Branca como organização terrorista e passasse a sofrer sanções internacionais.
O governo Lula, no entanto, se opõe à proposta. O Palácio do Planalto argumenta que a classificação de facções criminosas como terroristas não encontra respaldo na legislação brasileira e poderia gerar insegurança jurídica.


