O Grupo Globo encerrou 2025 com receitas de R$ 18,2 bilhões, alcançando um lucro de R$ 1,49 bilhão e mantendo R$ 9,5 bilhões em caixa.
Se estivesse na Bolsa de Valores, a B3, a companhia de mídia, cuja TV Globo é o principal ativo, estaria entre as empresas mais rentáveis do país.
O resultado expressivo em um ano marcado por instabilidade econômica, juros elevados e retração de público confirma a habilidade da Globo em enfrentar grandes obstáculos.
Esse desempenho também reflete o crescimento da riqueza de seus proprietários, os irmãos Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto Marinho.
Herdando o império de comunicação do pai, Roberto Marinho, falecido em 2003, os empresários acumulam, segundo a revista ‘Forbes’, um patrimônio conjunto de 10,5 bilhões de dólares — cerca de R$ 55 bilhões — figurando entre as 1.200 pessoas mais ricas do mundo. No Brasil, estão entre as 10 famílias com maior fortuna, ao lado de nomes como Safra, Moreira Salles, Lemann e Batista.
O grupo Marinho não se limita à mídia. A Globo Ventures, braço de investimentos da família, detém participação em 31 empresas, incluindo Buser, Quinto Andar, Petlove e Nomad. Além disso, os irmãos possuem projetos próprios, como as fazendas de café de Roberto Irineu.
A trajetória da família começou com o jornal ‘O Globo’, fundado em julho de 1925 por Irineu Marinho, que morreu menos de um mês após o lançamento. Seu filho, Roberto Marinho, assumiu o comando aos 21 anos.
Décadas depois, aos 60, ele lançou a TV Globo, consolidando-se como um dos empresários mais influentes e bem-sucedidos da história do Brasil. E mais: Atriz Camila Pitanga tem celular roubado. Clique AQUI para ver. (Foto: TV Globo; Fonte: Terra)

