O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato do PL à Presidência da República, afirmou que aceitará o resultado das eleições de 2026 e que disputará o pleito seguindo as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Ao mesmo tempo, voltou a defender o aumento das medidas de segurança e transparência no sistema de votação eletrônico.
As declarações foram dadas durante entrevista ao programa ‘Canal Livre’, da Band, quando foi questionado sobre sua confiança nas urnas eletrônicas e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Durante a conversa, Flávio disse que o debate sobre o sistema eleitoral acabou sendo tratado como um tema proibido no país e argumentou que defender melhorias na segurança das eleições não significa atacar a democracia. Segundo ele, seu posicionamento sempre foi o mesmo adotado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro: cobrar mais mecanismos de fiscalização e transparência, sem propor o abandono das urnas eletrônicas.
O senador comparou a necessidade de reforçar a proteção do sistema eleitoral aos investimentos feitos por empresas de tecnologia e instituições financeiras em cibersegurança para evitar invasões e ataques virtuais. Na avaliação dele, a evolução tecnológica exige atualizações constantes também na segurança das eleições.
Ao ser perguntado de forma direta se aceitaria o resultado das urnas, Flávio respondeu que sim. Segundo o parlamentar, ele disputará a eleição dentro das regras vigentes e acredita que o TSE conduzirá o processo de maneira imparcial, adotando providências para garantir ainda mais segurança e transparência ao pleito.
O senador também afirmou que o principal interessado na realização de uma eleição sem questionamentos é o próprio Tribunal Superior Eleitoral. Em seguida, voltou a criticar a atuação da Corte nas eleições de 2022, afirmando que, na época, questionamentos feitos por seu grupo político não teriam sido devidamente apurados e acabaram resultando em multa aplicada ao PL.
Durante a entrevista, Flávio também foi confrontado sobre declarações anteriores envolvendo a empresa Smartmatic. Os entrevistadores lembraram que o TSE já negou a informação de que a companhia teria fornecido urnas eletrônicas utilizadas no Brasil. E mais: Janja e Lula divergem em público sobre gravidez na adolescência. Clique AQUI para ver.

