O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se posicionou neste domingo (1°), durante manifestação da direita na Avenida Paulista, em São Paulo, destacando a importância da união entre pré-candidatos à Presidência nas eleições deste ano.
Ele agradeceu a presença dos governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (PSD-GO) e ressaltou que não há “disputa de votos” entre eles.
Embora ausente, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também foi lembrado por Flávio, que o chamou de “amigo” e reconheceu sua postura junto ao prefeito Ricardo Nunes (MDB) como engajada no “grande projeto de resgate da nação”.
Durante o discurso, Flávio Bolsonaro criticou o governo Lula, citando fraudes no INSS e comparando a gestão atual com as ações do governo de seu pai, Jair Bolsonaro.
Ele ainda fez referências a grupos estratégicos, como mulheres, jovens e beneficiários do Bolsa Família.
Sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), o senador evitou ataques diretos, mas afirmou que apoia o impeachment de ministros que descumprirem a lei.
“O nosso alvo nunca foi o Supremo, nós sempre dissemos que o STF era fundamental para a democracia, mas estão destruindo a democracia a pretexto de defendê-la para atingir Bolsonaro”, disse.
Flávio também criticou o veto do presidente Lula ao projeto de dosimetria, que reduziria penas de condenados pelo STF pelos atos do dia 8 de janeiro de 2023. Ele encerrou seu discurso com uma promessa: se eleito presidente, pretende ter seu pai ao lado ao subir a rampa do Planalto em 2027.
“Quero compartilhar com vocês o que disse para o meu pai agora quarta-feira, olhando no olho dele, para levar ainda mais esperança e força […] Eu falei: ‘Pai, em janeiro de 2027, você vai pessoalmente subir aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro‘”, concluiu. E mais: Eduardo participa por vídeo de ato na Paulista e reforça críticas ao STF. Clique AQUI para ver. (Foto: reprodução; Fonte: CNN)

