O Brasil terminou o quarto trimestre de 2025 com crescimento de 0,1% no Produto Interno Bruto (PIB), ocupando a 39ª posição em ranking global de 50 países divulgado pela Austing Rating nesta terça-feira (3).
O desempenho coloca o país na parte inferior da tabela, ainda que acima de algumas economias desenvolvidas, como Noruega (-0,3%), Canadá (-0,2%) e Japão (-0,1%). Por outro lado, ficou atrás de Taiwan (5,4%), Estados Unidos (1,4%) e China (1,2%).
Os números do IBGE mostram alta nos Serviços (0,8%) e na Agropecuária (0,5%), enquanto a Indústria registrou queda de 0,7%. Analistas apontam que o cenário reflete os efeitos de uma política monetária restritiva, com a Selic em 15% ao ano, que encarece crédito para empresas e famílias.
Em comparação com o terceiro trimestre, o Brasil manteve-se como a 11ª maior economia do mundo, perdendo uma posição em relação ao mesmo período do ano anterior, com PIB em dólar de US$ 2,2 trilhões.
No ranking geral, fica atrás de Estados Unidos, China, Alemanha, Japão, Índia, Reino Unido, França, Itália, Rússia e Canadá, e à frente de Espanha, México, Austrália e Coreia do Sul.
No acumulado de 2025, o PIB brasileiro cresceu 2,3%, totalizando R$ 12,7 trilhões, mostrando desaceleração frente ao avanço de 3,4% em 2024.
O PIB per capita atingiu R$ 59,6 mil, com crescimento real de 1,9%. O setor mais dinâmico foi o agronegócio, que avançou 11,7%, impulsionado por safras recordes de milho (23,6%) e soja (14,6%).
A taxa de investimento caiu levemente de 16,9% do PIB em 2024 para 16,8% em 2025, em parte devido aos juros altos. E mais: PL quer que TSE trate escola que exaltou Lula como fez com Bolsonaro. Clique AQUI para ver. (Foto: EBC; Fonte: Veja)

