Interlocutores próximos ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) indicam que dois economistas despontam hoje como os nomes mais fortes para comandar o Ministério da Fazenda, caso ele vença a disputa presidencial de 2026. Ainda há um 3º nome que corre por fora.
A definição da equipe econômica é tratada como peça-chave para dar credibilidade ao projeto político do parlamentar. As informações são do colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles.
Entre os preferidos, aliados destacam Roberto Campos Neto. Ex-presidente do Banco Central durante o governo Jair Bolsonaro, o economista atualmente atua no Nubank e é visto como um nome capaz de dialogar com o mercado financeiro e transmitir previsibilidade à política econômica.
Outro nome citado com frequência é o de Mansueto Almeida, que ocupou a Secretaria do Tesouro Nacional na gestão Michel Temer e hoje exerce a função de economista-chefe do BTG Pactual.
Pessoas próximas ao senador relatam que Flávio mantém conversas recorrentes com Mansueto, o que reforça sua posição como um dos principais cotados.
Além deles, também é lembrado Gustavo Montezano, que presidiu o BNDES no governo Bolsonaro. No entanto, dentro do próprio grupo político, a avaliação predominante é de que Montezano estaria mais alinhado a uma eventual indicação para o comando do Banco Central, e não para a Fazenda.
Apesar das especulações, Flávio Bolsonaro ainda evita anunciar oficialmente quem seria o responsável pela política econômica de um eventual governo.
O senador tem sido aconselhado por aliados a antecipar esse nome, mas a resistência em fazê-lo gera desconforto em setores da Faria Lima, onde parte do mercado interpreta a cautela como sinal de dificuldade para atrair figuras de peso para a pré-campanha presidencial. (Foto: Ag. Senado; Fonte: Metrópoles)

