O LinkedIn passou a oferecer no Brasil seu novo sistema de busca de empregos baseado em inteligência artificial, ampliando o uso da tecnologia para quem procura uma vaga na plataforma.
A ferramenta, que já estava disponível em inglês, chega agora ao país com a promessa de tornar a busca por oportunidades mais simples e personalizada.
Atualmente, o recurso é utilizado por mais de 1,3 milhão de pessoas por dia no mundo. A principal novidade é a possibilidade de pesquisar vagas usando linguagem natural, como se o usuário estivesse conversando.
A IA interpreta objetivos profissionais, habilidades e experiências para sugerir oportunidades mais alinhadas ao perfil de cada candidato.
Segundo o diretor-geral do LinkedIn para a América Latina e África, Milton Beck, a funcionalidade representa uma mudança relevante na forma de buscar emprego.
“A nova busca por inteligência artificial representa um avanço importante na forma como usamos a tecnologia para tornar a busca por emprego mais acessível, eficiente e alinhada às reais necessidades dos profissionais.”
A estratégia da empresa é reduzir obstáculos que dificultam o acesso a vagas qualificadas e tornar o processo menos técnico e mais intuitivo.
Dados do próprio LinkedIn mostram que o Brasil está entre os países que mais utilizam inteligência artificial na procura por trabalho. Cerca de 39% dos usuários brasileiros já recorreram à tecnologia para personalizar currículos.
A IA não é novidade dentro da plataforma. O LinkedIn já utiliza dados dos usuários para treinar seus sistemas e melhorar recomendações. Ainda assim, quem preferir não participar desse tipo de processamento pode desativar o uso da tecnologia nas configurações do aplicativo.
Com a novidade, a rede social profissional reforça sua aposta na inteligência artificial como aliada direta de quem busca recolocação ou novas oportunidades no mercado de trabalho. E mais: Banco Master: o equipamento da PF que está causando apreensão em Brasília. Clique AQUI para ver. (Foto: Pixabay; Fonte: Tudo Celular)
O LinkedIn foi fundado em 2002, no Vale do Silício, por Reid Hoffman e um grupo de empreendedores ligados ao setor de tecnologia, com o objetivo de criar uma rede social voltada exclusivamente para conexões profissionais.
A plataforma foi oficialmente lançada em maio de 2003 e, desde o início, buscou se diferenciar das redes sociais tradicionais ao focar em currículos, experiências de trabalho e networking corporativo.
Em 2016, o LinkedIn foi adquirido pela Microsoft por cerca de US$ 26,2 bilhões, uma das maiores compras da história do setor de tecnologia.
A partir daí, a plataforma acelerou a integração com soluções corporativas e investiu fortemente em inteligência artificial, tornando-se uma das principais referências globais em recrutamento, networking e tendências do mercado de trabalho, com centenas de milhões de usuários em todo o mundo.

