Trump avalia planos para derrubar Maduro, diz jornal americano

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Donald Trump estuda uma série de possíveis ações militares contra a Venezuela, incluindo ataques a instalações estratégicas do regime de Nicolás Maduro e até a tomada de campos de produção de petróleo.

As informações foram reveladas por autoridades americanas sob anonimato ao jornal The New York Times. Segundo as fontes, o republicano ainda não tomou uma decisão final, mas seus conselheiros mais próximos defendem uma resposta mais dura ao governo venezuelano.

Entre as hipóteses em discussão estão bombardeios a alvos militares e operações especiais com o objetivo de enfraquecer o aparato de defesa de Maduro, forçando sua fuga ou captura.

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) firmou, pela primeira vez, um acordo para devolução de valores cobrados indevidamente em operações de empréstimo consignado. O termo de compromisso, assinado com o Banco BMG, garante a restituição de aproximadamente R$ 7 milhões. Saiba mais!

O Banco Central (BC) informou que ainda existem R$ 10,56 bilhões de dinheiro esquecido nas instituições financeiras. O sistema do BC permite que pessoas físicas — inclusive falecidas — e empresas consultem se deixaram dinheiro em bancos, consórcios ou outras instituições. Saiba detalhes!

Há também a possibilidade de missões para ocupar aeroportos e áreas de exploração petrolífera sob controle do regime. No entanto, os riscos de uma operação mal-sucedida, que colocaria em perigo tropas americanas, ainda preocupam o ex-presidente, que busca respaldo jurídico para qualquer medida que ultrapasse as ações navais atualmente em curso no Caribe e no Pacífico.

Fontes do governo relataram que Trump tem ouvido pressões internas para adotar uma postura mais agressiva. Os principais defensores dessa linha seriam o secretário de Estado, Marco Rubio, e o conselheiro de segurança interna, Stephen Miller.

Ambos insistem que o republicano deve autorizar operações que levem à derrubada do venezuelano. Outros assessores, mais cautelosos, pedem ao Departamento de Justiça uma justificativa legal que dispense a autorização do Congresso ou a declaração formal de guerra.




Questionado no domingo (2) sobre a possibilidade de um conflito aberto com a Venezuela, Trump afirmou duvidar de uma guerra, mas deu a entender que acredita na queda de Maduro “em um futuro próximo”. “Eu diria que sim. Acho que sim, sim”, declarou o republicano.

A Casa Branca tentou conter especulações. “O presidente Trump tem sido claro em sua mensagem a Maduro: pare de mandar drogas e criminosos para nosso país. Ele continuará atacando narcoterroristas traficando drogas ilícitas — qualquer coisa além disso é especulação e deve ser tratada como tal”, afirmou a porta-voz Anna Kelly.

De acordo com o New York Times, Trump autorizou recentemente a CIA a atuar em solo venezuelano, o que abre espaço para uma série de ações clandestinas, como campanhas de desinformação, estímulo à oposição interna e sabotagens ao regime.




Apesar disso, membros do governo reconhecem que, se essas medidas tivessem real eficácia, já teriam sido implementadas em larga escala — razão pela qual parte da equipe presidencial defende alternativas militares.

Uma das opções tidas como mais prováveis seria o uso de drones e mísseis lançados a partir de embarcações posicionadas no Caribe, o que reduziria o risco para militares americanos. Essa estratégia se fortaleceu após o envio do USS Gerald Ford, maior porta-aviões do mundo, à região.

A embarcação, que deve chegar nos próximos dias, transporta dezenas de aeronaves e milhares de tripulantes, e se junta a outros navios de guerra e tropas estacionadas em Porto Rico.

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O governo dos EUA acusa Nicolás Maduro de envolvimento com o narcotráfico e de liderar o chamado “Cartel de los Soles”, organização que supostamente incluiria altos oficiais das Forças Armadas venezuelanas — embora as provas públicas sobre sua existência sejam escassas.

Desde que Trump intensificou a pressão sobre o regime, Washington alega ter realizado ao menos 15 ataques contra embarcações ligadas ao tráfico de drogas na região, com mais de 60 mortos. Nenhuma das operações, porém, foi acompanhada de evidências concretas sobre o transporte de entorpecentes. (Foto: reprodução redes; Fonte: Folha de SP)

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