As sete cafeterias do Brasil eleitas entre as melhores da América do Sul

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Sete cafeterias brasileiras figuram na primeira edição da lista das 100 melhores cafeterias da América do Sul, divulgada no último sábado (25) pelo ranking The South America’s 100 Best Coffee Shops 2025. Os endereços premiados estão localizados em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

A Cupping Café, instalada na Vila Madalena, em São Paulo, foi o destaque nacional, ocupando a 8ª posição no ranking. Aberta em 2017, a casa se dedica a cafés especiais produzidos no Brasil, com grãos provenientes de São Paulo, Minas Gerais e Bahia. Além de atender o público local, o negócio também torra seu próprio café e fornece para outras cafeterias e estabelecimentos.

“É um novo reconhecimento da seriedade do nosso trabalho. Essa distinção é muito gratificante, especialmente por vir de um júri que é nossa referência. E é ainda mais importante dividir esse espaço com outras cafeterias brasileiras”, afirmou Gabriel Penteado, barista e mestre de torra responsável pela Cupping Café.

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) firmou, pela primeira vez, um acordo para devolução de valores cobrados indevidamente em operações de empréstimo consignado. O termo de compromisso, assinado com o Banco BMG, garante a restituição de aproximadamente R$ 7 milhões. Saiba mais!

O Banco Central (BC) informou nque ainda existem R$ 10,56 bilhões de dinheiro esquecido nas instituições financeiras. O sistema do BC permite que pessoas físicas — inclusive falecidas — e empresas consultem se deixaram dinheiro em bancos, consórcios ou outras instituições. Saiba detalhes!

O reconhecimento não é o primeiro do ano: em fevereiro, a Cupping já havia sido a única brasileira incluída na lista das 100 melhores cafeterias do mundo, aparecendo na 92ª colocação.

Em entrevista à CNN Viagem & Gastronomia, Gabriel contou que o impacto da conquista foi imediato. “Nosso movimento dobrou. Tivemos um ‘boom’ inicial e fomos nos ajustando. Hoje, recebemos visitantes do mundo todo, inclusive profissionais do setor, e essa troca tem sido muito enriquecedora”, disse o barista.

Além da Cupping, outras seis cafeterias brasileiras se destacaram no ranking sul-americano. No Rio de Janeiro, a Coffee Five ficou em 20º lugar. Fundada em 2018, a casa serve cafés especiais no coração do Centro do Rio, na Rua da Quitanda.




Em seguida aparece a Kofi & Co, de São Paulo, que conquistou a 61ª posição. A marca possui duas unidades: uma na Chácara Santo Antônio, na zona sul, e outra em parceria com a escola Le Cordon Bleu, na Vila Madalena.

Também na capital fluminense, a Mato Café ocupa a 64ª colocação. O espaço, instalado em uma galeria no Arpoador, é conhecido pelos cookies artesanais e pela seleção de cafés de pequenos produtores, priorizando diferentes torrefações.

Logo atrás, vem a Kof – King of the Fork, que aparece na 66ª posição. Localizada em Pinheiros, a cafeteria foi aberta em 2014 e combina cultura do ciclismo e cafés especiais, tornando-se ponto de encontro entre moradores e ciclistas.




Na sequência, o Café ao Léu, também do Rio, surge na 67ª colocação. Com unidades em Copacabana e Leblon, o negócio se define como uma torrefação carioca, oferecendo cafés próprios e produtos para preparo doméstico.

Fechando a lista brasileira, a Lucca Cafés Especiais, de Curitiba, aparece no 69º lugar. Localizada no bairro Batel, a casa tem mais de duas décadas de tradição e oferece cerca de 30 microlotes de cafés nacionais, todos torrados artesanalmente no local. O espaço também conta com pães de fermentação natural, cursos e loja virtual.

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O primeiro lugar do ranking ficou com a Tropicalia Coffee, em Bogotá, na Colômbia. Situada no bairro de Quinta Camacho, a cafeteria atua há mais de dez anos com grãos colombianos e mantém relações diretas com centenas de produtores.

Em seu site oficial, a Tropicalia resume sua filosofia: “Nosso propósito é valorizar o café. Trabalhamos com produtores excepcionais, torramos com perfeição e embalamos rapidamente para preservar o frescor. Assim, cada xícara revela todos os sabores cultivados pelos agricultores e nos transporta para os trópicos.” (Foto: Pixabay; Fonte: CNN)

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