Prévia do PIB aponta desaceleração, e economia brasileira cresce menos em 2025; Veja os números

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O Banco Central informou nesta quinta-feira (19) que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto, registrou crescimento de 2,5% em 2025 na comparação com o ano anterior.

O resultado indica uma desaceleração da atividade econômica em relação a 2024, quando o indicador havia avançado 3,7%. Trata-se também do desempenho mais fraco dos últimos cinco anos, desconsiderando 2020, período marcado pelos impactos mais severos da pandemia.

Na análise por setores, o levantamento do Banco Central mostra comportamentos distintos ao longo do ano passado. A agropecuária liderou a expansão, com alta de 13,1%, seguida pelos serviços, que cresceram 2,1%, e pela indústria, com avanço mais moderado de 1,5%.

No caso do agro, a forte expansão da produção de grãos da safra 2024/25 foi favorecida pelas condições climáticas e pelo aumento das exportações.

O PIB representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e é o principal indicador do comportamento da economia brasileira. O IBC-Br, embora tenha metodologia diferente, é acompanhado de perto pelo mercado por antecipar tendências do dado oficial.

A produção industrial brasileira subiu só 0,6% no ano passado depois de ter uma taxa de expansão de 3,1% em 2024. O setor de serviços teve alta de 2,8%, ante 3,1% do ano anterior. As vendas do comércio desaceleraram e tiveram alta de 1,6%.

O resultado definitivo do PIB de 2025 será divulgado apenas em 3 de março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Em 2024, segundo o IBGE, a economia brasileira cresceu 3,4%.

A perda de fôlego da atividade econômica em 2025 já era esperada tanto pelo mercado financeiro quanto pelo próprio Banco Central. Caso o dado seja confirmado, este será o menor crescimento desde 2019, excluindo o ano atípico de 2020. E mais: Fundação Bunge abre 140 vagas em curso gratuito de panificação. Clique AQUI para ver. (Foto: CNI; Fontes: G1; Poder360)

2015: -3,9%
2016: -4,6%

2017: 0,8%
2018: 1,3%
2019: 1%
2020: -4%
2021: 4,2%
2022: 2,8%
2023: 2,7%
2024: 3,7%
2025: 2,5%

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