A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu na sexta-feira (31) que o governo de Donald Trump interrompa os ‘ataques’ a embarcações ligadas ao envolvimento com o tráfico de drogas no Caribe e no Oceano Pacífico.
O apelo foi feito pelo alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, que classificou as ações americanas como “execuções extrajudiciais”.
“Esses ataques, com seu crescente custo humano, são inaceitáveis. Os Estados Unidos devem pôr fim a tais ataques e tomar todas as medidas necessárias para evitar as execuções extrajudiciais de pessoas a bordo dessas embarcações, independentemente de qualquer suposta atividade criminosa”, declarou Türk em comunicado oficial. (continua)
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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) firmou, pela primeira vez, um acordo para devolução de valores cobrados indevidamente em operações de empréstimo consignado. O termo de compromisso, assinado com o Banco BMG, garante a restituição de aproximadamente R$ 7 milhões. Saiba mais!
O Banco Central (BC) informou nque ainda existem R$ 10,56 bilhões de dinheiro esquecido nas instituições financeiras. O sistema do BC permite que pessoas físicas — inclusive falecidas — e empresas consultem se deixaram dinheiro em bancos, consórcios ou outras instituições. Saiba detalhes!
É a primeira vez que a ONU se pronuncia sobre a ofensiva militar lançada por Trump nas proximidades das costas da Venezuela e da Colômbia, iniciada em setembro. As ações, conduzidas pelo Exército americano, já somam 15 ataques — oito no mar do Caribe e sete no Pacífico — e deixaram mais de 50 mortos.
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A operação, ordenada diretamente pelo presidente Donald Trump, foi justificada como uma medida para impedir a entrada de drogas nos Estados Unidos. A imprensa americana passou a acusar Trump de que o verdadeiro objetivo seria enfraquecer o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela.
Os governos de Venezuela e Colômbia reagiram duramente às ofensivas. Caracas acusou Washington de tentar promover uma mudança de regime, enquanto Bogotá também classificou os ataques como “execuções extrajudiciais”, somando-se às críticas feitas pela ONU. (Foto: Marinha USA; Freepik; Fonte: G1)

