O copiloto da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Marques Monteiro, morreu neste domingo após meses de luta pela recuperação.
O policial havia sido baleado na cabeça durante uma operação realizada na Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, em março de 2025.
A morte foi comunicada pela família por meio das redes sociais oficiais do agente. Desde o ataque, Felipe permanecia em tratamento médico intensivo por causa da gravidade dos ferimentos sofridos enquanto participava da Operação Torniquete, ação que contava com apoio aéreo da Polícia Civil.
No dia do atentado, o helicóptero pilotado por Felipe dava suporte à operação quando foi alvo de disparos. O policial foi socorrido em estado crítico e levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, localizado no Leblon, na Zona Sul da capital.
Após nove meses internado no Hospital São Lucas Copacabana, ele recebeu alta em dezembro do ano passado para iniciar uma nova etapa de reabilitação.
Na ocasião, o médico Renato Ribeiro, responsável pelo acompanhamento clínico do policial, afirmou que Felipe começaria um novo processo de recuperação.
Nas últimas semanas, porém, o quadro de saúde do agente voltou a se agravar, levando a uma nova internação.
A confirmação da morte foi divulgada na noite deste domingo em uma mensagem publicada pela família.
“Um guerreiro do início ao fim. Hoje nos despedimos com dor, mas também com gratidão por toda força, amor e exemplo que deixou em nossas vidas. Seu legado jamais será esquecido”, dizia a nota.
A Operação Torniquete foi criada para combater uma organização criminosa especializada em roubos de vans na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Segundo a Polícia Civil, a quadrilha investigada provocou prejuízos superiores a R$ 5 milhões ao setor de transporte turístico somente em 2024.
Em nota, o Governo do Rio de Janeiro lamentou a morte do policial civil. Leia na íntegra:
“O Governo do Estado do Rio de Janeiro lamenta a morte do policial civil e piloto da CORE, Felipe Monteiro Marques, que foi ferido em março de 2025, durante uma operação da Polícia Civil na Vila Aliança, quando o helicóptero em que atuava como copiloto foi alvo de disparos de criminosos com fuzis.
Desde então, ele travou uma longa, difícil e corajosa batalha pela vida, marcada pela força, fé e dedicação da família, especialmente de sua esposa, mobilizando colegas de profissão, amigos e todos os que torciam por sua recuperação.
Neste momento de dor, o Governo do Estado presta solidariedade aos familiares, amigos e companheiros da Polícia Civil, e reconhece a bravura, o compromisso e a entrega do comandante Felipe Monteiro Marques no exercício da missão de proteger a população fluminense. Sua coragem e seu legado permanecerão na memória da segurança pública do nosso estado.”


O crime organizado do Rio de Janeiro, é uma herança deixada pelo desastroso e anarquista Governo Brizola.; sue se espalhou pelo País.
Lamentável a morte desse guerreiro do bem .Sinto pelos familiares que o perderam . Só espero que os assassinos sejam punidos com o rigor que merecem . O Brasil tem que ter pena de morte !