Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante um ato de campanha em Belo Horizonte no último sábado (29), que a profissão de gari é uma atividade “pobre” e associou o trabalho à falta de oportunidades para estudar.
Durante o discurso, Lula comparou a profissão de coletor de lixo com ocupações como engenharia e medicina. Segundo o presidente, trabalhadores dessas áreas teriam orgulho de declarar suas profissões, enquanto o mesmo não ocorreria com quem trabalha na coleta de resíduos.
“Eu, quando eu passo na rua e eu vejo aquelas pessoas que trabalham colhendo lixo, é uma profissão muito pobre, porque não é uma profissão que dá orgulho [falar que é] ‘Eu sou lixeiro’. O cara tem orgulho de falar, ‘eu sou engenheiro’, ‘eu sou médico’. Mas lixeiro é uma coisa pobre de quem não pode estudar”, declarou.
Na sequência, o petista afirmou que a importância dos profissionais responsáveis pela limpeza urbana só costuma ser percebida quando o serviço deixa de ser realizado.
“Se as pessoas soubessem que se não tirarem lixo durante uma semana, as pessoas que não enxergam eles durante o dia inteiro vão passar a enxergar, a gente começa a mudar, porque o pobre é tratado como se fosse invisível”, completou.
Lula encerrou o trecho do discurso reforçando a ideia de que trabalhadores pobres não são devidamente percebidos pela sociedade. “As pessoas não enxergam”, afirmou o presidente.
Nas redes sociais, o candidato Flávio Bolsonaro rebateu a fala do petista e ainda citou suspeitas sobre Lulinha e seus negócios com a lobista Roberta Luschinger. E mais: Jogadores do Vasco e do Vila Nova são alvos de operação contra tráfico. Clique AQUI para ver. (Foto: reprodução)
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— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) August 30, 2026

