Esposa de Moraes entra na mira da CPI do Crime Organizado

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( O titulo da reportagem informada CPMI do INSS; foi corrigido para CPI do Crime Organizado) O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) protocolou pedidos para convocar a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes, além de solicitar a quebra de seus sigilos telefônico, bancário e fiscal.

A medida está relacionada a um contrato de R$ 129 milhões firmado pelo escritório de Viviane com o Banco Master. Em seu requerimento, Vieira afirma:

“A magnitude de tais cifras apresenta uma desconexão manifesta com a prática de mercado para o tipo de serviço prestado – como uma queixa-crime por calúnia -, sugerindo que o contrato possa constituir um negócio jurídico simulado. (continua)

Dinheiro esquecido: Os brasileiros têm atualmente R$ 10,025 bilhões em dinheiro esquecido em bancos e outras instituições financeiras, de acordo com a atualização do SVR. O sistema permite que pessoas físicas e jurídicas consultem se há recursos disponíveis para resgate. Veja mais!

(segue) “Fico satisfeito que muitos dos senhores aqui hoje já tenham aderido a este plano. Alguns ainda não o fizeram e, para aqueles que ainda não chegaram a esse estágio, esperamos que as discussões de hoje incentivem a conclusão desses acordos o mais rapidamente possível”, afirmou JD Vance aos participantes.

(segue) Investigações da Operação Carbono Oculto apontam que o Banco Master teria sido capitalizado por meio de fraudes e recursos provenientes do tráfico de drogas, operacionalizados pela gestora CBSF DTVM (antiga Reag Trust) através da emissão de CDB’s”.

O senador acrescenta que “há, portanto, fundados indícios de que os vultosos pagamentos à sociedade de advogados tenham origem em recursos ilícitos, o que pode configurar, em tese, o crime de lavagem de dinheiro (Lei nº 9.613/98)”.

Vieira também ressalta que “observa-se que a constituição de nova banca em Brasília ocorreu em 22 de setembro de 2025, apenas dois meses antes da liquidação extrajudicial do Banco Master pelo Banco Central, em novembro de 2025”, e que “tal cronologia reforça a suspeita de manobras de estratificação patrimonial”.

O parlamentar aponta ainda que “o tratamento desses pagamentos como prioridade absoluta pelo CEO do banco, em detrimento de outros credores, exige o esclarecimento sobre possível tráfico de influência e exploração de prestígio perante as instâncias superiores do Poder Judiciário e a cúpula da Administração Pública”.

 

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