O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), anunciou em seu programa de propaganda eleitoral na televisão a proposta de criar um “superministério” voltado para a área social, batizado de ‘Ministério da Prosperidade’.
A nova pasta tem como objetivo centralizar e unificar a gestão de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), integrando-os diretamente com as políticas de qualificação profissional, geração de emprego, microcrédito e o fomento a micro e pequenas empresas.
Segundo a linha defendida pela campanha do candidato, a intenção é mudar a filosofia dos auxílios governamentais, transformando os benefícios em um ponto de partida para a emancipação financeira e não em uma dependência de longo prazo.
Entre as medidas divulgadas, destaca-se a promessa de manter e reajustar o Bolsa Família, mas com a criação de um mecanismo de transição que permita ao cidadão continuar recebendo o auxílio por um período determinado mesmo após conseguir um emprego com carteira assinada ou abrir o próprio negócio.
O governo Bolsonaro executou medida semelhante, mas a iniciativa foi interrompida tão logo Lula chegou à presidência.
O desenho técnico e estrutural do Ministério da Prosperidade vem sendo elaborado por uma equipe de assessores que inclui a economista e ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, o ex-secretário Filipe Sabará, e o empresário Pablo Marçal.
Nos bastidores políticos, os nomes de Daniella Marques e Pablo Marçal são os mais ventilados como possíveis cotados para assumir o comando da nova estrutura caso o candidato seja eleito.
🚨URGENTE – Flávio Bolsonaro diz que vai criar o “superministério social”, quer será chamado de Ministério da Prosperidade, unindo as pautas de Desenvolvimento Social, Trabalho e Emprego, Micro e Pequena Empresa e secretarias de benefícios sociais https://t.co/x2e93koUkw
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) October 10, 2026

