Entenda como será o ‘Ministério da Prosperidade’, anunciado por Flávio

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O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), anunciou em seu programa de propaganda eleitoral na televisão a proposta de criar um “superministério” voltado para a área social, batizado de ‘Ministério da Prosperidade’.

A nova pasta tem como objetivo centralizar e unificar a gestão de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), integrando-os diretamente com as políticas de qualificação profissional, geração de emprego, microcrédito e o fomento a micro e pequenas empresas.

Segundo a linha defendida pela campanha do candidato, a intenção é mudar a filosofia dos auxílios governamentais, transformando os benefícios em um ponto de partida para a emancipação financeira e não em uma dependência de longo prazo.

Entre as medidas divulgadas, destaca-se a promessa de manter e reajustar o Bolsa Família, mas com a criação de um mecanismo de transição que permita ao cidadão continuar recebendo o auxílio por um período determinado mesmo após conseguir um emprego com carteira assinada ou abrir o próprio negócio.

O governo Bolsonaro executou medida semelhante, mas a iniciativa foi interrompida tão logo Lula chegou à presidência.

O desenho técnico e estrutural do Ministério da Prosperidade vem sendo elaborado por uma equipe de assessores que inclui a economista e ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, o ex-secretário Filipe Sabará, e o empresário Pablo Marçal.

Nos bastidores políticos, os nomes de Daniella Marques e Pablo Marçal são os mais ventilados como possíveis cotados para assumir o comando da nova estrutura caso o candidato seja eleito.

 

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