A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril de 2026, registrando alta de 0,4 ponto percentual em relação ao período imediatamente anterior, de novembro de 2025 a janeiro de 2026. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (28) pela IBGE, por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).
Apesar da alta na comparação trimestral, o índice é o menor registrado para o período desde o início da série histórica da pesquisa, o que minimiza um pouco o resultado.
De acordo com o levantamento, cerca de 6,3 milhões de pessoas estavam em busca de trabalho sem conseguir uma colocação no último trimestre, um aumento de 471 mil pessoas em relação ao trimestre anterior. Na comparação anual, no entanto, houve recuo de 0,8 ponto percentual na taxa de desemprego.
Segundo a coordenadora da pesquisa, Adriana Beringuy, o avanço recente está relacionado a fatores sazonais que afetam determinadas atividades econômicas ao longo do ano.
A população ocupada no país chegou a 102,3 milhões de pessoas, mas apresentou leve queda de 0,3% na comparação com o trimestre encerrado em janeiro, o que representa menos 338 mil trabalhadores. Já em relação ao mesmo período de 2025, houve crescimento de 1,1%, equivalente a 1,07 milhão de pessoas a mais empregadas.
O rendimento médio real habitual de todos os trabalhos ficou em R$ 3.732, mantendo estabilidade na comparação trimestral. No acumulado de 12 meses, houve alta de 5,3%.
Já a massa de rendimento real habitual, que soma os ganhos de todos os trabalhadores, permaneceu estável no trimestre, mas avançou 6,5% em relação ao ano anterior, alcançando cerca de R$ 377 bilhões, um aumento de R$ 22,9 bilhões no período. E mais: Mulher processa clínica veterinária após receber injeção destinada à própria cachorra em SP. Clique AQUI para ver. (Foto: EBC; Fonte: Itatiaia)

