O ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (11.jan.2026) que um médico foi acionado para avaliar o estado de saúde de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está preso desde o fim de novembro.
Em publicação nas redes sociais, Carlos relatou que crises recorrentes de soluços evoluíram para um quadro persistente de azia, o que estaria dificultando a alimentação e o sono do ex-presidente, além de provocar episódios de vômito.
Segundo ele, a defesa protocolou no fim de semana mais um pedido de prisão domiciliar de caráter humanitário no STF (Supremo Tribunal Federal). Até o momento da postagem, o requerimento ainda não havia sido analisado. (continua)
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(segue) “É perceptível, ainda, o grave abalo psicológico que sofre, agravado pelo fato de permanecer sozinho na solitária”, escreveu Carlos. O ex-vereador também divulgou uma imagem que, de acordo com ele, mostra Bolsonaro durante “intermináveis crises de vômito”.
Os problemas de saúde foram atribuídos a sequelas do ataque sofrido em 2018, durante a campanha presidencial.
Na sexta-feira (9), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que o marido apresenta perda de equilíbrio ao se levantar, efeito que, segundo ela, estaria relacionado ao uso de medicamentos. Jair Bolsonaro caiu dentro da cela em 6 de janeiro de 2026.
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(segue) No mesmo dia da queda, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, negou o pedido da defesa para que o ex-presidente deixasse a prisão para realizar exames.
Michelle criticou a decisão e acusou o magistrado de negligência, afirmando que o marido estaria sendo “torturado”.
A autorização para a ida ao Hospital DF Star foi concedida na manhã seguinte, em 7 de janeiro. Após a realização de exames, a equipe médica informou que Bolsonaro sofreu um traumatismo craniano leve, sem lesões cerebrais, e que a desorientação apresentada poderia estar relacionada à interação entre medicamentos. O ex-presidente retornou à prisão ainda no mesmo dia.
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