Prefeito de Chapecó (SC) proíbe atestados médicos, e pacientes de UPA lotada desaparecem

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O prefeito de Chapecó (SC), João Rodrigues (PSD), anunciou uma mudança rigorosa nas unidades de pronto atendimento do município: a suspensão dos atestados médicos concedidos sem necessidade comprovada.

A decisão foi comunicada na terça-feira (4.nov) após o prefeito divulgar um vídeo que mostrava a UPA completamente lotada, com pacientes aguardando em todos os corredores.

Menos de 24 horas depois, na quarta-feira (5), Rodrigues voltou às redes sociais com uma nova gravação, exibindo uma realidade oposta. O local que no dia anterior estava superlotado apareceu praticamente vazio no vídeo divulgado.

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) firmou, pela primeira vez, um acordo para devolução de valores cobrados indevidamente em operações de empréstimo consignado. O termo de compromisso, assinado com o Banco BMG, garante a restituição de aproximadamente R$ 7 milhões. Saiba mais!

O Banco Central (BC) informou que ainda existem R$ 10,56 bilhões de dinheiro esquecido nas instituições financeiras. O sistema do BC permite que pessoas físicas — inclusive falecidas — e empresas consultem se deixaram dinheiro em bancos, consórcios ou outras instituições. Saiba detalhes!

“Não vai ter mais atestado. Você só virá na UPA se estiver precisando de atendimento médico. Veja a diferença de ontem pra hoje”, declarou o prefeito. Na sequência, o médico plantonista, Dr. Lazaret, confirmou o relato: “Agora são 18h17 e não temos nenhum paciente aguardando atendimento. Todos os que passaram pela triagem já foram atendidos.”

Com tom bem-humorado, Rodrigues ironizou a mudança e afirmou que o resultado parecia um “milagre”. “Dá uma olhadinha como estava e como está. Em nome de Jesus, todos foram curados”, disse, reforçando que a ação tem o objetivo de priorizar os casos realmente urgentes.

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Segundo o prefeito, a nova regra institui o “atestado consciente” — documento que só será emitido quando houver internação, observação clínica ou comprovação de enfermidade. “Queremos evitar que pessoas que não estão doentes ocupem o espaço de quem realmente precisa”, explicou.

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