Matthew Broderick e Alan Ruck, eternizados como Ferris Bueller e Cameron Frye em Curtindo a Vida Adoidado (1986), trouxeram um toque de nostalgia a fãs neste fim de semana durante um jogo de beisebol em Vancouver, Canadá.
A dupla foi vista no Estádio Nat Bailey, no domingo, participando do tradicional intervalo da sétima entrada do jogo entre Vancouver Canadians e AquaSox. Durante o momento, eles entoaram o clássico “Take Me Out to the Ball Game”, presente no icônico filme dirigido por John Hughes.
No longa, Broderick interpretava Ferris Bueller, um estudante levado que decide matar aula, enquanto Ruck dava vida a Cameron, seu melhor amigo de azar menos afortunado.
Em uma das cenas mais memoráveis, os personagens assistem a um jogo de beisebol com a namorada de Ferris, Sloane (Mia Sara), tentando escapar do diretor da escola (Jeffrey Jones), no Wrigley Field, em Chicago. Produzido com orçamento de 6 milhões de dólares, o filme arrecadou 70 milhões de dólares na época.
A aparição no estádio agradou os fãs que se reuniram para ver a dupla relembrar momentos do clássico dos anos 80. Além disso, Broderick e Ruck estão confirmados em novo filme chamado The Best is Yet to Come, segundo informações do IMDb, trazendo a promessa de mais reencontros nas telonas. (Foto: divulgação; Fonte: CNN)
O filme recebeu críticas majoritariamente positivas, com elogios direcionados à performance de Matthew Broderick, ao humor e ao tom leve da obra. Broderick, escolhido pessoalmente por John Hughes para interpretar Ferris Bueller, foi indicado ao Globo de Ouro de 1987 na categoria de melhor ator em comédia/musical.
Críticos contemporâneos, incluindo o brasileiro Rubens Ewald Filho, consideram esta interpretação o ponto alto da carreira do ator.
Com a mensagem central de aproveitar a vida ao máximo, o longa é hoje considerado um clássico do cinema dos anos 1980 e um exemplo do tipo de filme que o público assiste repetidamente sem perder o encanto. Curiosamente, grande parte das críticas iniciais foi negativa, mas o tempo consolidou seu status de cult.
O roteiro foi escrito por Hughes em apenas dois dias, e várias cenas memoráveis do filme surgiram a partir do improviso dos atores, contribuindo para o charme e a espontaneidade que marcam a obra até hoje.

