Urgente: Trump faz novo anúncio sobre Venezuela e alerta de aéreas a ‘traficantes’

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (29) que o espaço aéreo sobre a Venezuela e sua área de entorno deve ser considerado completamente interditado. A mensagem, publicada no Truth Social, foi direta:

“Para todas as companhias aéreas, pilotos, traficantes de drogas e traficantes de pessoas, por favor, considerem O ESPAÇO AÉREO ACIMA E AO REDOR DA VENEZUELA FECHADO EM SUA TOTALIDADE.” A declaração representa mais um passo na escalada de ações adotadas por Washington contra o governo de Nicolás Maduro.

Dias antes, a Administração Federal de Aviação (FAA) já havia emitido um alerta classificando os voos sobre o território venezuelano como uma “situação potencialmente perigosa”, atribuída à deterioração da segurança e ao aumento da atividade militar no país e em suas fronteiras. (continua)

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A orientação se insere no conjunto de medidas que o governo Trump vem aplicando desde setembro, com reforço de presença militar sob o argumento de combater o narcotráfico na região — embora a ofensiva aponte diretamente para a tentativa de depor Maduro “da maneira fácil ou difícil”, como Trump declarou na quarta-feira (26).

O presidente norte-americano afirmou ainda que operações terrestres para deter traficantes venezuelanos começariam “muito em breve”, segundo disse a militares. Como consequência do clima de instabilidade, diversas companhias aéreas interromperam seus voos com destino à Venezuela.

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) chegou a informar que o governo venezuelano havia concedido 48 horas para que as empresas retomassem suas atividades, contestando a orientação da FAA, que não possui autoridade sobre o espaço aéreo do país sul-americano.




Em resposta à suspensão dos voos, o governo de Caracas revogou na quinta-feira (27) as autorizações de operação de seis companhias aéreas estrangeiras, incluindo a brasileira Gol.

No mesmo dia, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, visitou o porta-aviões USS Gerald Ford, posicionado no Caribe, reforçando a sinalização militar norte-americana na região.

Segundo dados das operações americanas, ao menos 83 pessoas morreram em ações aéreas dos EUA contra embarcações supostamente envolvidas com tráfico de drogas tanto no Caribe quanto na costa do Pacífico. E mais: A nova ‘e decisiva’ decisão da Justiça no caso Adélio Bispo. Clique AQUI para ver. (Foto: redes sociais; Fonte: Folha de SP)

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