O risco de paralisação dos caminhoneiros foi afastado nesta quinta-feira (19), após decisão da categoria de manter as negociações com o governo federal.
Em assembleia realizada ao longo do dia, lideranças optaram por não deflagrar a greve, apostando na continuidade do diálogo com as autoridades e acompanhando os reajustes nos preços dos combustíveis.
Como parte desse movimento, representantes dos caminhoneiros já têm encontro marcado em Brasília na próxima semana com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.
A reunião ocorre em meio às tratativas para atender demandas do setor, especialmente diante do aumento do diesel e das dificuldades relacionadas aos valores pagos pelos fretes.
A decisão de recuar da paralisação foi tomada após articulação entre diferentes associações da categoria, que avaliaram o cenário atual e consideraram as medidas recentes adotadas pelo governo.
Também nesta quinta-feira (19), o Executivo publicou uma Medida Provisória (MP) com novas regras voltadas ao cumprimento do piso mínimo do frete rodoviário — uma das principais reivindicações dos caminhoneiros.
Segundo o governo, a medida pretende ampliar a proteção aos profissionais, aumentar a transparência nas contratações e reforçar a fiscalização sobre empresas do setor.
Entre os pontos mais relevantes do texto está o aumento do rigor nas punições para quem descumprir as normas. Transportadoras poderão sofrer sanções que vão desde a suspensão temporária do registro até a perda da autorização para operar por até dois anos, em situações mais graves ou em casos de reincidência. E mais: Urgente: Morre o ator Chuck Norris. Clique AQUI para ver. (Foto: EBC; Fonte: Folha de SP)

