Quem lidera a disputa pelo Senado no DF, segundo a Quaest

direitaonline




A pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25) mostra Michelle Bolsonaro (PL) na liderança da corrida pelas duas cadeiras do Senado que serão disputadas pelo Distrito Federal nas eleições de 2026. No levantamento estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, a ex-primeira-dama aparece com 25% das intenções de voto.

A atual senadora Leila do Vôlei (PDT) ocupa a segunda colocação, com 17%. Na sequência estão a deputada federal Erika Kokay (PT), com 12%, e Bia Kicis (PL), com 9%. Professor Guilherme Amorim (UP) e Sebastião Coelho (Novo) registraram 2% cada. Ronaldo Fonseca (PSD), Zanata (PSTU) e Tiago (Agir) tiveram 1% cada.

Guto Felício dos Santos (PSDB), Marley (Avante), Avenir Rosa (Democrata) e David Horn (PCO) não alcançaram 1% das intenções de voto. Outros 12% dos entrevistados disseram que pretendem votar em branco ou nulo, enquanto 18% ainda não escolheram um candidato.

O cenário é significativamente mais aberto quando os eleitores são questionados de forma espontânea, sem receber uma lista de nomes. Nesse formato, 73% dos entrevistados não souberam indicar um candidato, segundo a Quaest.

A pesquisa ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código DF-06256/2026.

Nas eleições de 2026, o Distrito Federal e cada um dos estados brasileiros elegerão dois senadores. Ao todo, 54 das 81 cadeiras do Senado serão renovadas no pleito. (Foto: Ag. Senado; Fonte: Metrópoles)

Ajude o Direita Online! Compartilhe!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Next Post

Agora: veja como fica situação de Marçal após decisão favorável no TRE-SP

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) decidiu nesta terça-feira (25) afastar uma das condenações que haviam tornado Pablo Marçal (PRTB) inelegível por oito anos. O julgamento terminou com cinco votos favoráveis à defesa e apenas um contrário, revertendo as acusações de abuso de poder e uso indevido dos […]