A produção cinematográfica “Dark Horse”, baseada na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, encerra seu roteiro com uma narrativa que sugere a existência de uma conspiração envolvendo o Supremo Tribunal Federal desde 2018, segundo reportagem do Metrópoles.
De acordo com o material, a última cena do filme mostra uma reunião em uma residência ligada ao personagem ‘Paulo Pontes’, vilão fictício da trama, que teria sido preso em 1985 pelo próprio Bolsonaro e que, na história, se torna seu inimigo político.
O roteiro descreve a presença de um personagem não identificado com traços físicos de um ministro do Supremo, descrito como “magro, careca e de aparência séria e hipócrita”, sugerindo que poderia ser um integrante da Corte. E
m inglês, o texto afirma: “A SLENDER MAN, bald, serious, self-righteous in his demeanor. He could be a Supreme Court Justice. Could be”.
Em tradução livre: “Um homem esguio, careca, sério, com postura autojustificada. Ele poderia ser um ministro da Suprema Corte. Poderia ser.”
Enquanto a posse presidencial é transmitida pela televisão dentro da cena, o personagem desliga o aparelho, encerrando o momento. A sequência marca o fim da narrativa principal e dá início ao epílogo do filme.
No desfecho, o roteiro apresenta uma linha do tempo futura em que Bolsonaro perde a eleição de 2022 por margem apertada, seguido por manifestações no país e denúncias de irregularidades no processo eleitoral.
Em 2025, segundo a obra, o ex-presidente seria acusado de tentativa de golpe, condenado e sentenciado a 43 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal.
O filme “Dark Horse” foi gravado no fim do ano passado, com locações principalmente em São Paulo, e segundo informações da família Bolsonaro, teria sido financiado por meio de um fundo de investimentos sediado no Texas, nos Estados Unidos. Todo o roteiro e as falas são em inglês.
Na obra, Jair Bolsonaro é retratado como um “azarão” (por isso o nome do filme) na disputa presidencial — expressão que dá nome ao filme. J
á a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro aparece como uma figura preocupada com a segurança e a saúde do então deputado, reforçando o caráter dramático da narrativa. (Foto: EBC; Fonte: Metrópoles)


E uma pena que os esquerdistas não irão assistir o filme. Preferem acreditar na globo do que serem informados da verdadeira história.