Jogadores do Real Madrid ganham carros de luxo da BMW

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Entre os muitos privilégios de vestir a camisa do Real Madrid, a parceria com a BMW é um dos mais aguardados pelos jogadores.

Todos os anos, o elenco merengue e o técnico recebem automóveis de última geração da marca alemã — e, nesta quinta-feira (16), chegou o momento de escolher os novos modelos. Somados, os veículos entregues ao time ultrapassam os R$ 27 milhões. Veja fotos ao fim da reportagem.

Entre as opções, dois modelos chamaram mais atenção. O BMW i7, sedã elétrico avaliado em R$ 1,37 milhão, foi o preferido de Vini Jr., Endrick, Éder Militão, Mbappé, Carvajal, Rudiger, Carreras e do técnico Xabi Alonso. A maioria optou pela cor preta, mas Militão escolheu o branco.

Outro destaque foi o BMW XM, SUV híbrido que custa cerca de R$ 1,14 milhão. Ele foi o escolhido de Rodrygo, Bellingham, Mendy, Fran Garcia, Brahim Díaz, Valverde, Huijsen, Ceballos e Tchouameni. Já Camavinga e Trent Alexander-Arnold preferiram o modelo iX60, avaliado em R$ 1,44 milhão.

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Alguns jogadores optaram por versões mais modestas, como o i5 de Gonzalo García (R$ 795 mil), o M5 de Lunin (R$ 663 mil) e o i4 de Mastantuono (R$ 675 mil). No fim, cada atleta levou para casa, em média, um carro de R$ 1,18 milhão.

Mas, enquanto os craques comemoravam o novo presente, os bastidores do clube espanhol ferviam com um tema bem mais complexo: uma possível mudança na estrutura de propriedade do Real Madrid.

Segundo o site The Athletic, o presidente Florentino Pérez pretende apresentar até o fim de novembro um projeto que abriria, pela primeira vez, espaço para investidores externos. A proposta criaria duas entidades distintas — uma para o futebol e outra para as atividades comerciais.

O plano permitiria que investidores participassem das operações de marketing, direitos de transmissão e receitas do estádio, sem interferir no controle esportivo, que continuaria nas mãos dos sócios.

Fundado em 1902, o Real Madrid é controlado exclusivamente por seus membros, modelo que também existe apenas no Barcelona, Athletic Bilbao e Osasuna. Pérez, no entanto, considera que as restrições atuais — como a limitação de votos e a exigência de laços familiares com sócios antigos — dificultam a competitividade frente a clubes apoiados por bilionários e fundos soberanos.

Nos últimos anos, o clube já buscou parcerias financeiras com fundos norte-americanos para reformar o estádio Santiago Bernabéu, obtendo centenas de milhões de euros. Agora, a ideia é dar um passo além, criando uma estrutura inspirada na regra 50+1 da Bundesliga, em que os sócios mantêm a maioria das decisões, mesmo com investidores participando.

Caso o plano avance, o Real Madrid poderá viver uma mudança histórica, equilibrando tradição e modernização no comando do clube mais valioso do futebol mundial. (Foto: divulgação; Fonte: InfoMoney)

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