O Príncipe William e sua esposa, Kate, planejam mudar-se ainda este ano para uma nova residência em Windsor, onde já vivem há três anos, no interior do Windsor Great Park.
A família ocupará o Forest Lodge, um chalé histórico com oito quartos, acompanhado dos filhos George, Charlotte e Louis, conforme anúncio oficial feito pelo Palácio de Kensington.
Segundo o The Sun, a mudança representa uma escolha mais apropriada para a vida familiar após “três anos difíceis”, marcados pela morte da Rainha Elizabeth II e pelo tratamento contra o câncer de Kate, além das responsabilidades do Rei Charles. “É a residência ideal para sua jovem família, longe do Palácio de Buckingham e até mesmo do Castelo de Windsor”, destacou o jornal.
Construído há 328 anos, o Forest Lodge possui características arquitetônicas de época, como janelas venezianas, lareiras de mármore e corredores abobadados. A casa, de tijolos vermelhos do século XIX, foi tombada pela primeira vez em 1972, segundo informações do Historic England.
O casal real financiará a aquisição e as reformas do imóvel por conta própria, evitando despesas adicionais para os contribuintes britânicos.
Pequenas obras já foram iniciadas, incluindo instalação de novas portas e janelas, remoção de paredes internas, renovação do teto e colocação de novos pisos. O valor estimado do Forest Lodge no mercado aberto é de cerca de £ 16 milhões.
Desde 2022, William e Kate residem no Adelaide Cottage, também em Windsor, para facilitar a rotina escolar dos filhos na Lambrook School. O novo lar, a poucos quilômetros dali, deve oferecer maior conforto e estabilidade para a família, que planeja permanecer na propriedade mesmo com a futura ascensão de William ao trono.
Fontes próximas afirmam ao The Sun que o casal vê o Forest Lodge como um lar definitivo, marcando um novo capítulo após anos desafiadores. A residência já passou por reformas significativas em 2001 e, na época, foi alugada por £ 15 mil por mês, mantendo muitos de seus detalhes originais, como cornijas de gesso elaboradas e tetos abobadados. (Foto: redes sociais; Fonte: TG24)

