14 ações da bolsa brasileira (B3) que dobraram de valor em 2025

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Investir na bolsa nunca foi tão acessível — e pode ser uma forma inteligente de proteger e multiplicar o dinheiro. O avanço da digitalização tornaram o mercado de ações mais próximo do investidor comum, permitindo aplicar pequenas quantias e diversificar o patrimônio com poucos cliques.

Em um cenário de maior conscientização financeira, cresce o interesse por investimentos que vão além da poupança e dos títulos tradicionais, especialmente entre os brasileiros que buscam retorno a longo prazo e proteção contra a inflação.

Um levantamento da consultoria Elos Ayta mostra que 14 ações dos principais índices da B3 — Ibovespa, IDIV, Small Caps e IBRX100 — acumulam valorização superior a 100% em 2025 até o dia 11 de novembro.




O destaque é a Cogna (COGN3), com alta de 240,16%, impulsionada pela reestruturação financeira e pelos bons resultados do setor educacional. Na sequência vêm Movida (MOVI3), com 199,03%, e Moura Dubeux (MDNE3), com 194,04%, completando o pódio.

O setor de construção civil domina o ranking, com sete empresas entre as 14, refletindo a recuperação do mercado imobiliário após a queda dos juros. Já o segmento educacional aparece com força, com três companhias — Cogna, Ser Educacional e Ânima — registrando altas acima de 150%, beneficiadas pelo avanço do ensino digital.

Outros setores com destaque são o de locação de veículos (Movida), vestuário (C&A e Track & Field) e infraestrutura (Ecorodovias).




O levantamento mostra ainda que cinco das ações estão no Ibovespa, e todas as 14 fazem parte do índice Small Caps, que lidera os ganhos de 2025 com alta de 31,90%, superando o Ibovespa (31,15%), o IBRX100 (30,11%) e o IDIV (27,22%).

Segundo a Elos Ayta, o desempenho das empresas de menor capitalização tem sido o principal motor da bolsa neste ano, sustentado por juros mais baixos, recuperação do crédito e aumento do consumo.




Para quem deseja começar a investir na bolsa, o primeiro passo é abrir conta em uma corretora e definir seu perfil de risco. É recomendável começar com valores modestos, priorizando ações de empresas sólidas ou fundos de índice (ETFs), que reduzem o risco por meio da diversificação. Também é essencial acompanhar as notícias econômicas e manter uma estratégia de longo prazo. O levantamento completo traz ainda os seguintes destaques:

Ser Educacional (SEER3) – 151,15%

Ânima (ANIM3) – 150,42%

Lavvi (LAVV3) – 136,44%

C&A Modas (CEAB3) – 135,05%

Cury (CURY3) – 125,45%

Ecorodovias (ECOR3) – 122,96%

Direcional (DIRR3) – 120,02%

Tenda (TEND3) – 118,15%

Cyrela (CYRE3) – 113,30%

Track&Field (TFCO4) – 106,90%

JHSF (JHSF3) – 105,84%

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